Nuclear não! Pasta de papel, sim!

Grandes decisões, grande capacidade de decisão...

O Governo continua a iludir e a dividir os portugueses. Iludir com medidas a vulso, como esta do investimento na fábrica nova da Portucel, empresa privada onde o Estado já não detém uma 'golden share' bem à moda de países de economia centralizada, estatizada, mas em que através de corporativismos quer continuar a 'ter uma palavra'... projecto de anteriores governos e de uma administração demitida por socialistas...

Um fábrica de papel de deimenões nunca vistas em Portugal, não é logicamente poluente e perigosa...nem terá de ser desmantelada, pois no nosso país nunca se desmantelam fábricas, deixando-as definhar, morrer, obsoletas e improdutivas.

Perigosa é uma central nuclear, mas todos os países europeus as mantêm, e ainda investem em mais.

Eu diria que perigoso é um ministro da economia que se vende a amigos e interesses, portugeses e espanhóis, e um Primeiro-ministro que o patrocina...

E repito, a energia nuclear permitiria exportarmos energia, mas como isso querem os espanhóis fazer de lá para cá, Pina Moura, Manuel Pinho e Sócrates não o irão permitir, usando argumentos bacocos e demagógias pseudo-ambientalistas e usando a mesma força que o seu 'polvo' da comunicação social tem usado, na prublicação de sondagens que lhes dão preferência (obrigado amiguinhos da Eurosondagem e do DN...)

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