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O momento da Criatividade

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Fizeram-me a graça da provocação da criatividade... o que me lembrou... Mas esse é o dilema, apenas, dos criadores, o que não é o caso...acidentalmente. Um criador tem, por vezes, muitas, demasiadas, segundo o próprio, momentos de “paragem”. De ausência, na criação. Ou, talvez, de recuperação. O pintor perante a tela - ou papel, entenda-se - branca à sua frente. O escritor, perante o papel - ou monitor, mais modernamente. O escultor com os materiais que vai utilizar na sua obra, diante de si, sem lhes tocar, hesitantemente receoso. O momento da “branca” vem destas ocasiões de (quase) paralisante falta de capacidade criativa. O momento que antecede o de maior produtividade, a partir do interior, da mente humana. Terão muitos dos verdadeiros génios criadores, tido o momento da falta, momentânea de criatividade? De Beethoven diz-se que teve os seus momentos de angústia. O sentimento ainda mais propiciador da paralisação criativa, que antecedeu maravilhosos outros momentos...

No subject and no time... have to go to listen the greatest music of all!

This is my No-subject or No-time post to my blog-friends. Boa tarde. Um fim de tarde beethoveniano a todos! http://w3.rz-berlin.mpg.de/cmp/beethoven.html Recomendo a Sonata para Piano nº 31 am La Maior, Op. 110, para aquecer a alma (quem a tiver) ou o espírito (quem o queira ter) ou, melhor, para refrescar a mente com a inspiração do grande génio da música. Um homem livre... ( e homem mesmo, segundo se sabe) e libertador! I have to go...music is waiting for me. The genious of the great lover of freedom is there... to be an inpiring spirit for us all!

Nantes: La Folle Journée 2005

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Folle Journée: Beethoven et ses amis Começou hoje a Folle Journée , em Nantes, a grande festa de música clássica. Na cidade da organização original de René Martin, festeja-se este ano " Beethoven e os seus amigos ": para além do grande génio da música clássica, desfilarão ainda compositores muito pouco conhecidos do grande público, como Clementi, Cramer, Hummel, Diabelli, Dussek, Pleyel, Czerny e, claro, o homem que não matou Mozart, Salieri- injustamente acusado algumas vezes, pela incultura norte-americana, como assassino do génio de Salzburg e desconsiderado na qualidade como compositor. A verdadeira novidade não deverá ser, para a generalidade do público, o criador do Hino à Alegria, génio e livre-pensador de Bona, mas antes os seus "amigos". Muitos deles, desconhecidos em geral, foram decisivos na obra de Beethoven. Estas fantásticas jornadas, que também já chegaram há alguns anos a Lisboa e também a Tóquio, são famosas pela perfeita aliança entr...
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Amanhã, vou assim para o trabalho

A infelicidade de ser Acidental

Há uns anitos li um livro de Constantin Virgil-Gheorghiu , o escritor romeno mais conhecido pela sua outra obra, A 25ª Hora ( livro que foi adaptado ao cinema). Aquele livro a que me quero referir designa-se, em português (nunca de mais salientar em que língua se intitula um livro, tão famosas que são algumas das nossas traduções...), “ A infelicidade de me chamar Virgílio ”. Trata-se de um livro autobiográfico em que o autor “reza” ou ”prega” a infelicidade que uma pessoa, como ele, na Roménia tem se o seu nome não tem correspondente em nenhum santo católico, pois no seu país é costume comemorar-se, para além do dia de nascimento, o dia do santo onomástico. E não há, segundo ele, nenhum santo de nome Virgílio. Todos os seus amigos e colegas de infância comemoravam, assim duas vezes, anualmente, o nascimento e o dia do santo como o seu nome. Ele obviamente, não podia. Aquele livro tornava-se, após percorridas umas vinte a trinta páginas quase insuportável, uma verdadei...

Preocupante!

Que futuro nos aguarda? Neste momento só me ocorre dizer que acho esta notícia do The Independent muito preocupante... O fim do futuro em dez anos??? Necessito de mais informação e reflexão sobre a matéria...

Erros que se pagam muito caro

Fui dos que considerei que Sampaio, após a saída de Durão Barroso para Bruxelas, devia ter feito, o que fez, ao nomear Santana (PSL) para formar Governo. Penso, aliás estou hoje certo, de que tal análise tinha que ver mais com simpatias políticas- numa análise comparativa, entre o que , na altura, se nos apresentava como alternativa: Santana ou Ferro Rodrigues- do que com a convicção profunda das reais capacidades e aptidões para o cargo. Presentemente, porém, tenho outra certeza. Esta mais reflectida: Santana deveria ter forçado, o mais possível, a realização de eleições, no momento em que Ferro as pretendia. As possibilidades do PS seriam mais ou menos idênticas às que actualmente dispõe, em termos de vencer e ter um bom resultado eleitoral. Mas as de Santana ser-lhe-iam, seguramente, mais favoráveis. Santana é muito melhor em campanhas eleitorais, comícios, reuniões mediáticas, do que como gestor político, ou líder mesmo, do partido dele. Está muito melhor no papel que...