Um país, dois países


Portugal é, são...dois países.

Um país é o do PS e de Sócrates. Não chegava a crise a Portugal. Afinal...chegou e foi ...culpa dos outros, era uma crise internacional. Afinal, já estava a terminar, como dizia o 'génio' da Economia Manuel Pinho. Afinal...ainda não acabou. Mas agora a culpa..não é outra vez nossa...é dos 'ataques' internacionais, de gente especuladora, que ataca logo ...os melhores e mais fortes. Pois...que Portugal é um país com Finanças fortes (nunca o foi, nem com Salazar, que baseou o seu 'saneamento público em aumento de impostos e redução da despesa pública, mas que a praticou, efectivamente)

Um país que está, hoje, segundo Sócrates, como há um ano. Sob controlo! A crescer...
Há um indicador, temporário e mal comparado, pois há várias formas de comparar, o do crescimento da exportação e outro, do desemprego, ainda pior comparado... e logo se põe o mistificador, produtor Mor de mentiras oficiais, a dizer que...estamos no bom caminho.
Já estávamos, há quatro anos, e piorámos, todos os anos, se descontarmos a propaganda e fabricação estatística. Já estávamos há três, quando estalou a crise financeira dos subprime nos Estados Unidos da América. E um ano depois...e o ano passado. E todos os anos, a dívida pública e a dívida externa, crescem, e se tornam insustentáveis e comprometem o futuro. Dos nossos filhos. Eles é que terão de pagar.

Mais. Há a crise política. Gerada por um homem corrupto, mafioso e manipulador, com instintos totalitários: Sócrates. Um homem que despende mais tempo a engendrar grupos e teias de influências do que a governar. Mais tempo a manipular e condicionar do que a criar futuro ao país.

Mas há o outro país. O real. Onde os números 'criados' pelo Governo, não têm lugar. Um país onde cada dia se torna mais difícil viver, e onde as pessoas normais não estão sob a protecção do Governo e do Partido Socialista, como os seus amigos e amiguinhos. Os seus tachos super protegidos, quanto inúteis, mas custosos, às finanças públicas.

Um país que passou da posição 23ª, no tempo de Cavaco Silva, no Ranking da Competitividade Internacional (IMD, Suíça), para 27ª no governo de Guterres e para...37ª com este Sócrates. Atrás de países como Casaquistão, Indonésia, Katar, Índia, Polónia...Islândia (em bancarrota...)

Um outro país, de pessoas normais, que amanhã poderão ter de fechar a sua empresa, asfixiados em impostos injustos, que servirão para pagar um défice e uma dívida pública ( uma dívida externa, já que o sector privado e a banca em particular já experimentam falta de liquidez, incapacidade de endividamento no exterior e alguma insolvência...) que foram constituídos pelos administradores políticos incompetentes e faraónicos...

De um lado um país de sonho, apenas existente nos sonhos de Sócrates, da sua infernal máquina de propaganda - com nefastas provas dadas - dos seus apoiantes na sociedade. Do outro, um país que sabe que a bancarrota, não desejada, temida, vem a caminho, com instituições bancárias e Estado a não conseguirem obter crédito no exterior. E tudo o que, entretanto, for conseguido será a custos elevados e comprometedores de...financiar a tal exportação que socialistas e amigos agora exortam e exultam!

Um dia, alguém pagará tudo isto, pagará um TGV que ninguém irá usar, como hoje um pequenino Satu em Oeiras, sem nunca levar um só passageiro, mas a funcionar todo o dia...pagará auto-estradas sem carros e muitas mais obras do orgulho e compadrio do PS. E esse 'alguém' são os nossos filhos e netos.

Que nunca nos perdoarão este apoio cego e desproporcionado a um PS usurpador do Estado, que somos nós. Que não perdoará ...a cada um de nós, apoiantes ou apáticos complacentes.

Uma coisa que nunca nos será perdoada, aos que hoje estão activos e com capacidade de intervenção pública, é esta ridícula mania das teorias keynesianas e do 'esbanjamento' de recursos não existentes no próprio país, para financiar amigos, e amigos de amigos. Sem conduzir a nada, senão a mais dívida! E nem cresce a economia, nem diminui o desemprego e, sobretudo, não melhora a vida a ninguém, excepto aos amigos do Primeiro ministro, que se continuam a passear-se, como se vivessem, qual Alice, no país...'das maravilhas'.

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