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Ideias anacrónicas
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Ando há tanto tempo a insistir que as análises políticas são irrealistas e anacrónicas quando se prendem e tentam, depois, catalogar os partidos e suas personalidades, como de direita, esquerda, ou mesmo de socialistas, comunistas, sociais-democratas, liberais, conservadores, democratas-cristãos, populistas, etc. O conceito de Direita e de Esquerda vem da Revolução francesa! 1789! Por favor…há tanta evolução tecnológica, ideológica e, não tanto como devia haver, mas enfim, sociológica, no mundo e ainda se agrupam as pessoas à direita ou à esquerda! E não se pensa, que antes da dita Revolução, já havia a gestação das mesmas ideias, e que foram melhor clarificadas ou, até, elaboradas por Voltaire, Rousseau, Montesquieu, Diderot, Locke, Kant. Por outro lado, podia parecer que a catalogação das organizações políticas nas ideologias políticas ou filosóficas mais comuns, seria mais legítimo e aceitável. E, para mim, já nem isso faz sentido. Um exemplo é vermos um Partido Soci...
O nosso tempo...
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Que somos feitos de nadas, já é frase feita. Que somos levados pelas nossas emoções, mas conduzidos pelas de outros, é fruto de uma aprendizagem que, a custo e alguma dor, nos deixa arrastar ao ponto de uma sabedoria acrescida que, esperamos, um dia nos possa proteger. Nos impedir de voltar a cair em erros de que o passado nos marcou. Somos tão voláteis que, na nossa segurança cega e muda, pensamos não sermos susceptíveis. E, no entanto, voltamos ao mesmo ponto, ou local onde o crime deixou marcas, tantas vezes quantas as da nossa abertura à mesma vontade, ao mesmo instinto, até, de nos deixarmos levar… Foi assim que vezes e vezes me deixei levar… Bem, não foram tantas, mas foram profundas, sérias, se acharem mais adequado. Não vou litigiar-me por palavras. Não me interessam discussões sobre significados. Interesso-me por conteúdos, pelo recheio que dá cor, vida e beleza às palavras. No nosso meio, somos todos feitos do mesmo. A mania da racionalidade já nos abandonou há gerações e...
Neuromarketing
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Uma empresa de origem inglesa, Phd, que actua na área do designado Neuromarketing , dito como sendo uma nova técnica, ou área, de marketing que utiliza os resultados supostamente produzidos pelas neurociências para desenvolver estratégias de marketing que ‘falem directamente ao cérebro do consumidor’. O objectivo, segundo a directora da Phd Portugal já não é só ‘atingir as pessoas com os anúncios, mas descobrir como influenciá-las’ Da perspectiva científica é simplesmente fantástico estarmos a chegar a uma fase da evolução do nosso conhecimento sobre o cérebro, como nunca antes, devendo-se tal avanço a novas técnicas e cruzamento de conhecimentos, de outras matérias, para além da anatomia, como a neuroquímica e a psicologia. Mas se o nosso conhecimento já evoluiu muito, nos últimos anos, não será talvez suficiente para que as técnicas de marketing associadas ao conhecimento neurológico, sejam passíveis de se tornarem técnicas de sucesso, pelo menos antes de passarem mais uns...
Conjuntura económica
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Em Fevereiro deste ano eu escrevia que Portugal é um dos países, se não o mais susceptível, que mais afectado pode ser pela crise financeira iniciada pelo crash dos subprime nos EUA. Por esses dias o Ministro Teixeira dos Santos, logo seguido do sempre 'sorridente-optimista-qual-arrogante-com-vidinha-a-gozar-a-dos-outros' Sócrates, vinha dizer que Portugal está bem preparado para enfrentar qualquer crise. Seria o encantatório défice que lhe provocava tal autismo e exaltação? Enfim, agora, para minha tristeza e nosso mal comum, vêm os mesmos que antes perfilavam Teixeira dos Santos, embriagados por um controlo orçamental que nem uma Alemanha cumpre (mas que nós, alunos exemplares, de uma estúpida política europeia, asfixiante e limitativa de desenvolvimento económico, queremos a todo custo seguir), dizer que, afinal...afinal Portugal será dos mais atingidos por esta crise mundial. Pois! E quais as razões? Ora...as que eu aventava nesse meu texto de Fevereiro. Mas eu não sou mini...
Words for Silence
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Words can harm you. So much as the silence can. The words can teatch you, and the silence, purify you. Live the silence, and then leave it, as you'll need the peace that it can bring to you, but you'll need the words to tell the world what you just learn from that silence, from that peace. Feel love with silence, Live love with words. Have sex with both, silence to feel, words, to give yourself.
Think, by himself
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Sabem vocês que os pensamentos têm vida própria? Talvez saibam. Mas o que lhes vou contar não é a minha história, mas uma pequena parte da minha vida. Que ainda não descobri se é efémera e, dizem-me os outros, que não se chega a saber. Quando tal acontece, deixamos de saber, ou melhor de ser. Estou aqui para vos dar testemunho de um mundo que vocês não sabem. Mas já no século XVII René Descartes nos descobriu. E ficámos famosos através da célebre máxima Cogito ergo sum (penso, logo existo). A todos como eu. Mas, eu…bem, o melhor é apresentar-me, como toda a minha falta de modéstia. Chamo-me a mim mesmo de Think . Considerem-me presunçoso ou não, é assim que me vou auto-intitular nesta breve descrição, ou narrativa se quiserem de um pouco de mim. Ora eu sou filho, prefiro assim, ou produto, se preferem do meu hospedeiro (esta copiei de uma amiga minha, uma ideia muito gira com quem gosto de conviver…). E ele, um humano bem inteligente, ou não me teria gerado. Mas sabem vocês o que é a ...