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(Euro) Sondagem para os amiguinhos

Vem a caminho mais uma (Euro) sondagem. Das que, nos últimos anos, têm sido muito amiguinhas do PS- desde o tempo de Guterres...e que mesmo quando o próprio Guterres não acreditava em si mesmo, no seu Governo e nas suas capacidades, lá foi dando sempre vantagem ao partido-amigo.

Uma sondagem do amiguinho ROC (não é a marca de cosmética, não, é Rui Oliveira Costa, o amiguinho do PS antes da UGT e agora ao serviço da nacional-mentira que tem sido aquele malfadado partido).

Vai tentar dar vantagem a Soares, tentar trazer preocupação a Cavaco e passar Alegre para terceiro lugar, invertendo tudo o que tem sido feito (também não sei...hmmm) por outras sondagens. A ver se um dia antes das eleições se conseguem inverter um pouco as coisas e por Sua Senhoria Dom Mário, herdeiro legítimo desta (da dele) Democracia...mais contente.

Não vai resultar...ohh ROC! Já não resultou nas autárquicas.

Num país onde nem nos juízes se pode confiar, porque havíamos de acreditar em sondagens?

Amigos, amigos, amigo…

Mais uma do arrogante...

Sócrates: "o Governo é que vai decidir (sobre o dossier do MIT) e não um funcionário público português"

Que queria ele dizer?
Que ficou sem nada para dizer, perante a SUA incompetência escarrapachada assim em público?
Que o Governo é um órgão competente? Competentemente decisor? (Veremos se o MIT não desiste...)
Que é arrogante...para quem ainda não sabia? Mas ser arrogante não é defeito, é característica, é carácter. Ser incompetente já é defeito e dos piores.
Que os funcionários públicos são gente baixa, mesquinha, que nada têm que interpelar os que "do alto" decidem...?
Que ainda lhe faltava esta desfeita sobre os funcionários públicos (eu não sou, note-se)?
Que faz o que quer, como quer e quando quer? Ora aqui está ele enganado, pois é NOSSO funcionário, não público talvez, mas funcionário de Estado, seguramente.

Mais um que não sabe o seu papel.
Aquele para o qual o elegeram e lhe pagam
Ofensivo, arrogante, boçal, convencido, teimoso... como todos os incompetentes

Um mês…

Portugal país ancestral, país por fazer

Vasco Pulido Valente disse, no Público de Domingo, que Portugal não tinha nem tem uma Dramaturgia.

Portugal não tem uma Dramaturgia. Mesmo tenho- num tempo já muito recuado- algguns dramaturgos de renome, mas poucos e sem fazer 'escola'.
Portugal nunca teve uma escola musical. Uma corrente. Prestígio como país de música. Mesmo tenho na sua hostória, compositores importantes, como Bomtempo, Carlos Seixas e outros.

Portugal tm um aboa literatura, dizem alguns, outros... que não. Mas não tem uma literatura reconhecida como tal. Tem escritores conhecidos internacionalmente. Mas falta-lhe fazer 'escola'.

E pintura? Mesmo tendo pintores como Souza Cardoso, Vieira da Silva, Graça Morais, Paula Rego. Internacionalmente, poucos os indentificam com Portugal. Também aqui 'escola', nunca se fez.

E noutras áreas?
Na gestão, nem uma única escola, faculdade ou instituto figura sequer numa lista de centenas (mais de quinhentas) de escola internacionais. Espanha tem duas.
E Engenharia…

Imbecilidade com os dentes todos

Alberto Costa disse que "se Cavaco Silva for eleito à primeira volta isso significa uma distorção do processo democrático"...

Pois...por não ser Soares a ter essa possibilidade...
Pois... então devia ser PROIBIDO eleger um candidato à primeira volta...
Pois... ele é que é um elemento enriquecedor da democracia...
Pois... porque se fosse Soares seria enriquecedor, para a democracia e para nós...

Pois... porque ser imbecil também é ser palerma!

Recordação dos tempos antigos

Uma imagem linda...pelo nostálgico que tem recordar esses tempos- de má memória- em que ainda pouco sabia de política, da vida, da sociedade e de tantas, tantas coisas, perpassou-me há dias pela frente, devia eu estar a dormitar, a delirar, naqueles momentos de fim de tarde, em que por vezes, de longas jornadas de trabalho, me deixo "passar pelas brasas". Devia ser isso. Só pode ter sido isso.

Marcello Caetano e Américo Tomaz, perdão, Sampaio e Sócrates trocavam "galhardetes" à laia de cumprimentos de Ano Novo, cada um se esforçando por tecer rasgados elogios sobre o outro, ou sobre a actividade ( o que já de si é cómico, pela inactividade mais do que óbvia de cada um deles) do outro.

A coragem de Marcello Caetano dizia Tomaz... perdão...a coragem de Sócrates, dizia Sampaio...

Nunca, depois do 25 de Abril se havia assistido a tão artificial, quanto despropositada e encenada troca de cumprimentos.

Democráticos? Não me parece...

A união segundo Soares

O homem que se diz factor de união dos portugueses agora não fala com os jornalistas, porque as sondagens não lhe são favoráveis e, assim, já excluíu alguns dos portgueses da sua lista de portugueses com quem quer efectuar a "união", ou quer quer unir em prol de uma grande causa nacional (a defesa cega e intransigente deste incomotente Governos, já se viu...): os jornalistas e todos os que dizem ir votar no seu adversário.

Que são bem mais de 60% de portugueses!

Faça-se um país só para ele, para o homem que "fez mais por todos nós, do que nós próprios, todos, juntos"...segundo Clara Ferreira Alves, claro!

Não me leiam!

Continuamos hoje, pelas notícias ouvidas logo pela manhã, na Grande Farsa socialista.

O tribunal de contas vem dizer que há agora prejuízo para o Estado, proveniente das transferências de fundos de pensões, medida adoptada por Manuela Ferreira Leite e Bagão Félix. è interessante que o mesmo relatório do Tribunal de Contas - liderado agora, como eu na altura denunciara, por um dos socialistas mais fanáticos e pegajosos, Oliveira Martins, deputado PS feito à pressa Presidente do referido Tribunal para, exactamente forjar relatórios facciosos deste teor - não menciona a mesma medida tomada por um Governo socialista, no tempo do incompetente e mentiroso Guterres em relação ao então Banco Nacional Ultramarino...

Agora, tal como em tempo de eleições autárquicas, interessa muito a este, também mentiroso Primeiro Ministro, que prometeu ganhos de poder de compra aos portugueses, melhoria das condições económicas do país e outras facilidades ditas em tempos de demagogia eleitoral, e que tem feito…

A teoria da conspiração segundo Mário Soares

Já não lhe basta ser um candidato tão vazio e pobre de ideias, que se limita a, por um lado, seguir ou perseguir diariamente os acontecimentos que vão surgindo (agora é a EDP, há tempos era a violência em França, num rodopio de assuntos da menor premência de que se pode revestir o projecto de um candidato presidencial), e apenas isso, sem chama, sem nada de novo a acrescentar, num país exangue, faminto de criatividade a todos os níveis, e também no político, para agora, hoje mais precisamente, o ouvirmos (re) definir a teoria da conspiração:

Os órgãos de comunicação social - alguns, segundo ele, de alguma forma procurando deixar de fora os amigos socialistas da comunicação social, por sinal em maioria, num estado de coisas dominadas pelo PS desde que Guterres e Jorge Coelho edificaram esse monumental polvo de interesses, e mediocridade além do mais, que grassa pela nossa imprensa, escrita, falada e televisiva, para melhor lograrem aquilo que se tem visto: um partido que vai ganhando el…

Há 25 anos... inflectiu-se o progresso do país

Há vinte e cinco anos morreram Francisco Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa, num brutal atentado que fez interromper uma inflexão irreversível na vida política nacional, e num futuro mais auspicioso para todos nós.

Quem os matou, ou mandou matar sabia bem da ameaça pessoal que representavam, pela sua qualidade individual intrínseca, que tinha toda a sabedoria, inteligência e coragem necessárias à mudança que, evidentemente não interessava a quem lhes ceifou a vida.

Hoje cumpriu-se a homenagem às suas memórias e lembrei-me do dia 4 de Novembro desse ano de 1980, em que chorei a sua morte, de Sá Carneiro, como se de um parente próximo se tratasse.

Durante todos estes anos fui ouvindo diversas opiniões sobre o significado de Sá Carneiro, o significado da sua vida para todos nós e da sua morte também.

Algumas vezes me diziam que ele não nos deu experiência política suficiente para que lhe pudessemos reconhecer as qualidades. Foi isso precisamente o sentido de oportunidade que sentirm os seu…

O pior dos corporativismos

Sempre fui contra o Corporativismo, como forma de estar na vida profissional e pessoal e de se defenderem interesses, muitas vezes até justificados.

Hoje temos ainda em Portugal uma das mais fortes e duradouras expressões do Corporativismo: as farmácias, como actividade económica.

Não conheço nenhuma outra forma de expressão comercial tão lucrativa e saudável, que tantas alegrias tem dado aos seus proprietários e alguns colaboradores, pelo facto de terem conseguido impor a defesa de uma actividade profissional, como nenhuma outra o conseguiu.

É aberrantemente retrógrada a ideia de que uma Farmácia tenha de ser propriedade de um farmacêutico, pelo facto, aliás falsamente defendido pelos seus mentores - Associação Nacional de Farmácias e seu dirigente, farmacêuticos e alguns "iluminados", como o foi Ferro Rodrigues, que conseguiu descobrir uma função social no negócio mais rentável que em Portugal existe e, de forma muito estável, contra todas as crises ainda se mantém de assim p…

Um sonhador compulsivo

Tinha por hábito fazer o seu passeio a pé até um dos bancos junto à margem do rio. Manuel, Teodósio de segundo nome, que ninguém sabia, nem ele usava, era um ser solitário e, ali, naquele banco, sentindo o frio seco e o vento suave, mas cortante, que anunciava o Inverno, se sentava a pensar num mundo só seu. Num mundo que queria tivesse existido, mas que nunca na verdade conhecera.

Baixava ligeiramente a cabeça e, por baixo das suas grossas sobracelhas, herança familiar que lhe davam aquele ar antigo e sisudo, ia observano o raro e triste movimento, no rio e no passeio que o separava da água.

Os homens e as mulheres conheciam-se há uns milhões e milhões de anos e não se entendiam, não se conheciam. Continuavam a debater-se os mesmos temas de costume. Da igualadade, da liberdade, da distrubuição de riqueza, da justiça e das mesmas oportunidades para todos. Mesmo que tendo avançado muito, o mundo desde um Platão, um Lutero, um Robespierre, um Montaigne, Sartre e tantos outros continuava a…

Cavaco

Já há muito decidi votar em Cavaco. O que é mentira, parcialmente. Na verdade, apenas depois de ele anunciar oficialmente a candidatura...
Nesse dia porém, só não fiquei eufórico porque alguma experiência de vida já acumulada, me desinibe de tais excessos pueris.

Mas há uma coisa que me tem incomodado.

Gostaria de ver Cavaco Silva mais inovador no discurso, mais fluente e menos repetitivo. O que apenas tem a ver com questões semânticas, pois para se ser Presidente, ou qualquer outra coisa em política, há muito que tenho para mim que, mais importante do que a fluência da palavra é a seriedade da mesma. A genuidade da palavra. Por oposição à correnteza boçal e excessiva quase roçando a ponografia da mesma, como acontece há mais de trinta anos com Soares e há menos que isso com Guterres, Sócrates e outras falsidades que por aí abundam.

Nós e os outros

Somos os tristes da UE...

Porque tem de ser assim?
Podemos ser uma potência europeia de Turismo, Energia (com um forte investimento em Energias alternativas e Nuclear), indústrias tecnológicas e de precisão...

Mas em vez disso teremos de viver, asfixiando-nos, com um nível de impostos insustentável, apenas porque o Estado insiste em permanecer gordo e despesista... Ou julgamos nós (porque o Governo há muito que o sabe, mas não diz a verdade, por lhe ser adversa) que com uma tão tímida redução da despesa pública e manutenção de despesismo (megalominas nas obras públicas, criação de comissões e grupos de trabalho- caso do Metro do Porto, que se já estava mal, como ficará com aumento das despesas por via de um grupo de trabalho de amiguinhos...?) se pode algum dia dar um forte impulso a novas áreas de investimento e criação de riqueza?

Portugal precisa de uma solução 'filandesa' na sua economia, ou irlandesa, em termos económicos e sociais... mas não se vê como com esta arrogância go…

Crónica de uma morte anunciada

Escrevia eu, há uns dias, que após a aprovação do orçamento viriam as más notícias sobre a economia portuguesa.
Logo depois de ter passado na Assembleia da República - qual espécie de encenação desta maioria entregue, pelo povo, a um partido de incompetentes - seguiram-se as entrevistas a diversas personalidades tidas como referências na área económica. Quase todas foram unânimes em que o Orçamento de Estado para 2006 é, em termos gerais, um bom documento, do ponto de vista teórico, pois se pudesse ser posto em prática, os resultados em termos de redução do défice das contas públicas e em termos, mais difíceis de execução e de obtenção de resultados positivos, de crescimento da economia, assim como da melhoria da distribuição de riqueza.

O problema é a execução do Orçamento. O problema é ainda, agora, mais real depois de ter sido confirmado que o crescimento da nossa economia será, em 2006, muito menor do que o Governo queria fazer crer. E com um crescimento da ordem dos 0,3% ou 0,4%, v…
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Foi uma falha minha.

Mas passou-me, aqui na blogosfera, o lançamento do livro Encandescente. Por nos últimos tempos andar imenso em viagens, por cá e por lá. Não tenho já a frequência destes espaços, como desejava.

Não conhecendo ainda o livro, mais do que pela sua capa, sei, no entanto, pelo blog que costumo visitar, pela sua qualidade, sensibilidade e imensa beleza, dos textos e das fotos, o livro tem de ser lido e saboreado.

Parabéns Encandescente!

Orçamento aprovado. Agora virão as más notícias...

Orçamento aprovado. Uffffa! Foi dificil, com este estado de poder absoluto do governo absolutista... quase que não conseguiam, ufaaaa!

Aprovadas também as contas do início da nossa desgraça: do TGV, da OTA, dos institutos, comissões, etc... que se irão criar para dar emprego aos amiguinhos...

Mas enfim, como pelo menos metade do que lá está no orçamento não é para cumprir, como sempre o é com governos socialistas, podemos ainda ter a sorte de que o que não se fizer seja a parte que realmente é melhor que não façam.

Mas agora virão os dias difíceis do bluf Sócrates: o relatório do Banco de Portugal- mesmo que maquilhado pelo amiguinho que lá está - o da União Europeia, do FMI, etc...

O problema é, como sempre, que seremos sempre nós todos a pagar a incompetência e a arrogância (também a arrogância de pouco a pouco, paulatinamente, se ir colocando tudo o que é amigo, e se compromete a não fazer ondas) em tudo o que lugar de nomeação.

Como diz Saramago (que visão, homem! que democrata!) até d…

O palhaço e o seu "cara-branca"

Sempre gostei de circo. Desde criança que aprecio o espectáculo do circo, pelo seu ambiente, pela magia que me transmite e por tudo o que lá vejo, toda a espécie de números e pela variedade também, claro.

Os palhaços sempre me mereceram o maior respeito. Nunca os achei artistas menores e, pelo contrário, sempre os considerei e ao seu papel, inteligente, na minha forma de os ver, usando de uma arte específica, que não está ao alcance de todos, para atingir o objectivo da crítica, social, cultural ou mesmo política.

Não quero, por isso, que me entendam mal, quanto ao mais elevado respeito que tenho por palhaços, mas pelo profissionais, claro.

Ontem, no entanto, ouvi o Jorge Coelho referir-se a Nikolas Sarkozy como sendo "um palhaço político". Fiquei mais embasbacado do que quando ia com os meus pais ao circo!

Não pelo objecto da ofensa ser ou não o que Coelho pretende que ele é. Mas pelo tom que, vindo de um palhaço, humano e político, como Jorge Coelho (upsss, fiz o mesmo...upsss…

Desligar ou exasperar-me?

Hoje assistindo a um pouco, apenas a um pouco, da discussão sobre o Orçamento de Estado para 2006, espantei-me e exasperei-me (porque ainda me admiro eu com tais coisas, depois de tanta intolerância e arrogância demonstrada? Ainda por cima por gentinha tão menor e mal formada, mas de uma repetida incompetência que nos sairá, a todos, a eles também, muito cara) quando, pela observação de António Pires de Lima, Sócrates- com a sua arrogante má-criação com que, diariamente, nos presenteia fazia gestos, trejeitos e observações para o lado, para os seus (coitados) ministros...

...após o que deu recado ao ministro dos Assuntos Parlamentares (os dos Recados Parlamentares, tal a desconsideração que esta maioria absolutista -ou será poder absoluto?- nos habituou)...

Cada dia tenho mais vontade de desligar. A mim e à TV.

Um desgraçado orçamento que tenta - pretende, aliás- equilibrar as contas nacionais com mais receita, mas com (quase) a mesma despesa... é ...de rigor??? Hmmm, talvez, talvez, com…

Nunca mais começa e...depressa acaba

Pois... já me começo a saturar de ouvir as idiotices de Mário Soares. O candidato do PS- é assim, partidarizado, que ele se quer- tenta mostrar o seu ar de homem de estado, como sempre se esforçou, tentando apagar, ou fazer esquecer o tom provicatório e ameaçador com que iniciou a sua pré-pré-pré campanha "contra a direita", esse bicho mau e perigoso, esse homem que pode tornar-se um perigo para a democracia que, ele Mário, acha que fundou...

Irrrrra! Que o homem não nos deixa em paz.

Interessate é observar os modelos europeus e não só, ditos socialistas democratas, ou vice-versa, vem a dar ao mesmo, como falidos se tornaram. Nunca resolveram problemas de desemprego em nenhum país. Nunca contribuiram para o crescimento económico nem prosperidade em sítio nenhum, mas, ao invés, sempre conseguiram contribuir para a melhoria do bem estar dos políticos-profissionais (ahhh! esta é que os tem deixado aflitos! Pelo que sabem como os atinge, como estado-depedentes e arrogantes-estatiz…

O verdadeiro tempo dos boys

O PS de Guterres foi criticado pela célebre frase "no jobs for the boys"porque, precisamente porque foi dos momentos da nossa história política em que mais jobs se distribuíram entre os ditos boys.

E boys foi um termo feliz de Guterres, pois sem querer estava a caracterizar de forma magistral um punhado de "meninos" que, sem a mínima competência, se iam instalando nos lugares do poder e do sector empresarial do estado (para usar um termos socialista...).

Mas nessa altura o PS ainda estava um tanto fragilizado. Porque o poder lhe caíu nas mão quando não o esperava, após a derrota do PSD. Porque tinha uma maioria parlamentar. Porque Guterres é mais um homem que "pretende fazer" do um homem que "sabe fazer".

Hoje, com a maioria que o PS obteve, o PS assume-se em toda a sua arrogância, como exactamente pretendeu ser essa uma característica do PSD. Sempre o PS quis dar a entender que a arrogância é uma característica da direita. Direita que nada tem a v…