Mensagens

Apanhado!!! Paga, malandro!

Muito bem. Sou um marginal. Um bloqueado. A Polícia Municipal de Lisboa bloqueou-me ontem o carro, pois estava estacionado com duas rodas em cima do passeio. Junto à Basílica da Estrela.

Naquele local de Lisboa, todos os dias é uma verdadeira "caça". E há razões para tal, de facto. E também não as há. De facto.

O meu carro, após quarenta minutos de gincana, nas ruas à volta da Basílica da Estrela, conseguiu encontrar um local, em princípio sem problemas, mas obviamente com duas rodad no passeio. Ele gostou do local. Um cantinho entre duas árvores, onde não impedia o trânsito circulante e onde até os peões- que normalmente insistem em circular na rua, e não nos passeios e, ali, há-os poucos, apenas os que se dirigem para as consultas do Hospital Militar- conseguiam circular, no passeio, sem nenhuma incomodidade.

Como o meu, outros automóveis haviam sido bloqueados. Um prémio de trinta, mais trinta, Euros, para cada um. Ao lado esquerdo da mesma rua- um pequeno arruamento em vol…

Sócrates...e a (ainda pouca) esperança dos póximos tempos

O que me faz rir e sorrir...o mesmo que diz a Hipatia no seu blogue. Rio, de sofrer da mesma síndroma da moeda, que refere o Espumante. Não por ser financeiro, monetarista ou agiota...mas por ser, como mais uns dez milhões (descontando os contemplados e seus friends –ia para acrescentar um prefixo a “friends”mas seria mal entendido...) vítimas de uma má moeda ter sido trocada por outra igualmente má. E isso...
...é o que me faz chorar!O que me faz chorar, logo assim, ao primeiro dia, do “day after Lopes” é ter ouvido um líder vencedor, com expressiva maioria, ter usado como primeiríssima expressão: “Conseguimos, conseguimos!”. Isto dito na arrepiante entoação de quem estava muito mais preocupado pela sua vitória pessoal, que para já o destaca claramente de anteriores chefes do seu partido, sem dúvidas- e isso não me interessa rigorosamente nada!- mais vaidoso com o facto de ter afastado o adversário político, do que com reais e responsáveis preocupações com o nosso futuro comum.O que m…

"A Verdade Não Mora Aqui "

O artigo do Professor Medina Carreira, no Público do dia 1 de Fevereiro (de leitura obrigatória, em meu entender)...que, inicialmente, me havia passado ao lado...elucidou-me, agora, de forma cabal, sobre a TOTAL irrelevância (não digo inutilidade, que não significa bem a mesma coisa), nas actuais circunstâncias, dos resultados das eleições de Domingo, excepto numa lógica de defesa da camisola, o que é pouco, muito pouco. Mesmo assim, por uma questão de princípio, vou votar. Mas há momentos em que a defesa dos princípios, como este de dar cumprimento a um acto de eleitor responsável, me deixa com sabor a pouco, muito, muito pouco. E lá vem o desencanto...

Talvez procurar um outro país de abrigo?

O rugido da (verdadeira) Fera..ou um teste de Q.I.?

Imagem
A política portuguesa precisa de "pessoas altamente preparadas e altamente formadas"

Em vista de tais declarações, que irão fazer "escola"...já que o senhor que as proferiu é com certeza melhor do que os outros (tem-se visto...), proponho um questionário simples especializado e direcionado para todos os para aspirantes à vida política e partidária, como parte integrante e fundamental dum exame de admissão eliminatório a um qualificado e restrito curso de ciências sócio-políticas - esta frase devia, pela sua simplicidade e evidente inteligência, ser aproveitada para um referendo, não acham?

Observe com muita atenção a foto acima e assinale a respota correcta:

1. Este homem quer engolir o microfone

2. Vai oferecer um dos seus jargões preferidos à classe jornalística

3. Diz, berrando bem alto, para que o ouçam bem (quando é o ouvem, bolas, quando?): Olhe se eles (os políticos) fossem como este senhor aqui atrás, tudo era bem diferente!

4. (Voci)Fera para os representates do…
Imagem
1965 Nat King Cole dies

Jazz singer and pianist Nat King Cole dies of lung cancer at age 46. (In The History Channel)

Nat King Cole faleceu há quarenta anos, de cancro pulmonar. Não sendo um admirador especial da sua música, reconheço, porém, ter tido o mérito de criar um estilo muito próprio, muito pessoal, o que, para mim tem sempre um valor acrescido quando se trata de uma actividade criativa.

Mas há um aspecto interessante- e polémico- associado à morte de Nat King Cole: a sua filha publicou, em 1991, um álbum em mistura de voz com a do pai (Unforgettable With Love)...montagem elaborada electronicamente, com uma perfeição técnica inexcedível. O álbum foi sucesso, nos tops como Nº1, durante cinco semanas e ganhou mesmo um Grammy for Best Album of the Year.

Se para mim, o caso concreto do album em causa, não me causa repulsa nem me surpreende, deixa-me ainda assim a interrogação sobre a autenticidade e valor de tal tipo de trabalhos de montagem- mistificação?- tal como, aliás, e bem pio…

Incompleto, mas clarificador.

Concordo com o Espumante. Santana demonstrou, talvez não, porventura, uma superioridade, em termos de projecto e isto, toca muito de perto a opinião de alguns (os jornalistas parecem ter uma estranha tendência para a esquerda, mas hoje uma sondagem televisiva contradisse-os quando 71% das chamadas telefónicas deram a vitória do debate a Santana, com 29% para o demagogo Sócrates), que respeito, mas da qual discordo, quando se diz que não os preocupa o programa (de Governo), mas sim a possível ( a capacidade de) reacção às dificuldades. Explico logo a seguir...- mas demonstrou-a na segurança, que é importante em política, ou seja a tal capacidade em saber reagir, em situação de dificuldade.Assusta-me pensar que o Primeiro-ministro reagirá, perante adversidades, como esta das insinuações à intimidade de Sócrates "à Sampaio", " a quente", irracionalmente, desmesuradamente, com irritabilidade, amuo e infantilidade. Não pode ser.A única coisa em que dou o benefício a que…
Imagem
...and this too!
Imagem
...and this
Imagem
...and this one
Imagem
Homework ...as well
Imagem
Homework

Paralaxe

Imagem
Freitas do Amaral, fundador do CDS, com Amaro da Costa, decidiu em vésperas de campanha eleitoral, para as legislativas de 20 de Fevereiro, apelar ao voto no PS(!) e a uma votação que dê a este partido a maioria absoluta. Com justificação nas vantagens do programa de Governo do PS, em relação ao PSD.

Acrescentou que está no mesmo espaço político em que sempre esteve. Querendo com isto dizer que os partidos à direita do PS é que se voltaram, nos últimos anos, “mais à direita”.

Erro de paralaxe, Senhor Professor! Acontece...

Ainda teve o descaramento bastante, para afirmar que, se fosse vivo, Adelino Amaro da Costa, co-fundador do seu antigo partido, estaria hoje no mesmo espaço do que ele, Freitas- quanto a isto o CDS/PP já lhe deu a resposta, pela mão de Anacoreta Correia, afirmando que Amaro da Costa não era uma sombra de Freitas, muito pelo contrário...

Coincidentemente, surgem agora, cada vez mais, notícias e opiniões sobre a possibilidade de Freitas do Amaral ser candidato do PS à…
Imagem
Geomorfismos
Imagem
Aquamorfismos
Imagem
Infloral

O momento da Criatividade

Imagem
Fizeram-me a graça da provocação da criatividade... o que me lembrou...

Mas esse é o dilema, apenas, dos criadores, o que não é o caso...acidentalmente.
Um criador tem, por vezes, muitas, demasiadas, segundo o próprio, momentos de “paragem”. De ausência, na criação. Ou, talvez, de recuperação.

O pintor perante a tela - ou papel, entenda-se - branca à sua frente. O escritor, perante o papel - ou monitor, mais modernamente. O escultor com os materiais que vai utilizar na sua obra, diante de si, sem lhes tocar, hesitantemente receoso.

O momento da “branca” vem destas ocasiões de (quase) paralisante falta de capacidade criativa. O momento que antecede o de maior produtividade, a partir do interior, da mente humana.
Terão muitos dos verdadeiros génios criadores, tido o momento da falta, momentânea de criatividade?

De Beethoven diz-se que teve os seus momentos de angústia. O sentimento ainda mais propiciador da paralisação criativa, que antecedeu maravilhosos outros momentos de enorme capa…

No subject and no time... have to go to listen the greatest music of all!

This is my No-subject or No-time post to my blog-friends.

Boa tarde. Um fim de tarde beethoveniano a todos!

http://w3.rz-berlin.mpg.de/cmp/beethoven.html

Recomendo a Sonata para Piano nº 31 am La Maior, Op. 110, para aquecer a alma (quem a tiver) ou o espírito (quem o queira ter) ou, melhor, para refrescar a mente com a inspiração do grande génio da música. Um homem livre... ( e homem mesmo, segundo se sabe) e libertador!

I have to go...music is waiting for me. The genious of the great lover of freedom is there... to be an inpiring spirit for us all!

Nantes: La Folle Journée 2005

Imagem
Folle Journée: Beethoven et ses amis

Começou hoje a Folle Journée, em Nantes, a grande festa de música clássica.

Na cidade da organização original de René Martin, festeja-se este ano "Beethoven e os seus amigos": para além do grande génio da música clássica, desfilarão ainda compositores muito pouco conhecidos do grande público, como Clementi, Cramer, Hummel, Diabelli, Dussek, Pleyel, Czerny e, claro, o homem que não matou Mozart, Salieri- injustamente acusado algumas vezes, pela incultura norte-americana, como assassino do génio de Salzburg e desconsiderado na qualidade como compositor.

A verdadeira novidade não deverá ser, para a generalidade do público, o criador do Hino à Alegria, génio e livre-pensador de Bona, mas antes os seus "amigos". Muitos deles, desconhecidos em geral, foram decisivos na obra de Beethoven.

Estas fantásticas jornadas, que também já chegaram há alguns anos a Lisboa e também a Tóquio, são famosas pela perfeita aliança entre elevada qualidad…
Imagem

A infelicidade de ser Acidental

Há uns anitos li um livro de Constantin Virgil-Gheorghiu, o escritor romeno mais conhecido pela sua outra obra, A 25ª Hora ( livro que foi adaptado ao cinema). Aquele livro a que me quero referir designa-se, em português (nunca de mais salientar em que língua se intitula um livro, tão famosas que são algumas das nossas traduções...), “A infelicidade de me chamar Virgílio”.
Trata-se de um livro autobiográfico em que o autor “reza” ou ”prega” a infelicidade que uma pessoa, como ele, na Roménia tem se o seu nome não tem correspondente em nenhum santo católico, pois no seu país é costume comemorar-se, para além do dia de nascimento, o dia do santo onomástico. E não há, segundo ele, nenhum santo de nome Virgílio. Todos os seus amigos e colegas de infância comemoravam, assim duas vezes, anualmente, o nascimento e o dia do santo como o seu nome. Ele obviamente, não podia.Aquele livro tornava-se, após percorridas umas vinte a trinta páginas quase insuportável, uma verdadeira via sacra de lei…