Agradecimento...

Agradeço solenemente a José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, que tem vergonha dos nomes de família, ou usava-os, o ter acabado, aniquilado com tudo o que era sector produtivo em Portugal, no sector primário, para usar as verbas destinadas à agricultura, à sua modernização em termos tecnológicos, à sua modernização em termos organizativos e em acções de marketing, em projectos infantis, ruinosos e fantasiosos, com mero intuito propagandístico e para criar a falsa ideia de que 'ele faz' (faz merda, pois. e Só merda!). Projectos como o Magalhães, que as crianças jã não usam por ser a coisa mais ridícula e estúpida que se podia ter feito como computador, um regresso quase ao tempo dos Sinclair e ZX81. 

Durante mais de 5 anos, os milhões que deveriam ter sido distribuídos na agricultura, para modernizar estruturas produtivas, cujos projectos deram entrada em tempo útil no Ministério, foram desviados para Magalhães e para outras fantasias, vendidas logo logo a espanhóis amigos, como os parques eólicos, que ainda estamos todos a pagar, em mais de 40% na nossa factura da EDP (mas os parques funcionam e são espanhóis os proprietários). Todos os grandes projectos de Sócrates foram assim, estranhos, cheios de truques, mafiosos, altamente proveitosos a alguém, a um ou mais amigos...

Por isso agradeço.

Agradeço que o sector do leite, onde a ASAE incompetentemente, com profundo desconhecimento impõe regras ridículas de procedimentos, impossíveis, como usar planos de limpeza e desinfecção despropositados, pois os produtores são visitados e compram produtos de diversas origens, para que possam, assim, maximizar os poucos recursos que têm, e não um só plano, como impõe a ASAE, um conjunto de ignorantes cheios de arrogância e violência, esse sector, um dos mais preparados e organizados no sector primário em Portugal, tenha ficado preso a equipamentos velhos e obsoletos, alguns a funcionar segurados por remendos, arames e outros artefactos, quando podiam ter-se modernizado, tecnologicamente, com tecnologias bem mais avançadas do que as das propagandas de Sócrates e terem mantido assim, um outro sector a montante, vivo e saudável, o dos fornecedores dos equipamentos, responsáveis pela sua complexa manutenção, que foi, como tal morrendo.

Fui vítima dessa morte lenta do sector de equipamentos para ordenha mecânica e fiquei sem emprego, graças a Sócrates. Agradeço-lhe, falso engenheiro sem direito a título.

Agradeço-lhe agora esta crise financeira, criada por si, não por mais ninguém. Com o contirbuto, é certo, da crise internacional e de um conjunto de investidores que nos atacam e esquecem a Espanha e a Alemanha, mais merecedoras desse ataque, mas foi a nós que escolheram, aos mais fracos, pois. Como o Senhor costuma fazer, atacar os mais fracos.

Agradeço-lhe o desemprego elevado, de longa duração, de idade elevada, de gente como eu, com mais formação do que o dobro do que o senhor teria, se tivesse estudado. Desemprego que não leva, nem nunca levou a nada, excepto à vergonha de se ser tratado como irresponsável e criminoso, com direitos sociais diminuídos, com obrigatoriedade de apresentação quinzenal. Também lhe agradeço isso. Como lhe agradeço a pior reforma da segurança social que o seu superior amigo Vieira da Silva engendrou, e que os serve a vós, mas não a quem depois vier. Ficaremos no melhor cenário com 50% de reforma, calculada muito por baixo, pois levamos com muitos anos de desemprego no 'curriculo'. Uma reforma de miséria a alimentar o ódio visceral por si e pelos seus amigos imbecis, mas espertinhos- pois irão safar-se bem- sentados numa cadeira de roda aos sessenta e poucos anos, sem sistema de saúde que nos valha, sem família que nos queira, num qualquer lar em vésperas de encerrar numa operação da ASAE-Gestapo. Mas teremos o calor e a companhia do nosso ódio de morte por si!

Agradeço-lhe falso engenheiro, o que fez pelo futuro sem futuro dos meus, dos nossos filhos. Condenados a trabalhar para alemães, espanhóis e ingleses que se vingarão agora da grandeza de Portugal há 500 anos, com ordenados especiais para portugueses, tão baixos como na China. E com o sistema de saúde ruinoso, sem os poder apoiar.

Agradeço-lhe primeiro-ministro mentiroso (que fez planos ao pormenor, como publicado na comunicação social, para vender as Águas de Portugal, mas se prepara para com mentira e campanhas nojentas e vis, destruir o seu adversário sério e honesto, e bem apetrechado intelectualmente, que tem feito o pecado, imperdoável por eleitores, de ser honesto e ele mesmo, sem campanhas odiosas e nojentas como as suas), ter destruído o nosso sistema financeiro, outrora dos mais sólidos do mundo, para servir a merda dos seus projectos infantis e esbanjadores, que irão enriquecer os bolsos dos seus amigos, tirando dos nossos, o que já nem temos, e, com isso, ter dissipado a possibilidade de um desempregado dez vezes com mais formação do que o senhor, poder criar um projecto empresarial novo, para conseguir ter futuro. 

O seu ódio, falso engenheiro, a todos os que na vida foram conseguindo por si mesmos os seus sucessos, e estudaram e se formaram, muito para além do que o senhor imaginaria provável, será o nosso ódio, dirigido com toda a força contra si. Mas pode libertar-nos do mesmo, se desaparecer.

O senhor é o único responsável pela quase bancarrota, como é o único responsável pela divisão que levou à sociedade portuguesa. Se sair, quando sair, e se esvanecer, a divisão ir-se-á com o ódio. E seremos de novo um povo normal, com Partidos distintos com ideias distintas, mas adversários e não inimigos.

O senhor trouxe a miséria, a depressão, o ódio a Portugal. Agradecemos-lhe por isso. Porque estes sentimentos irão correr consigo de vez, para nunca mais ouvirmos o seu nome (não assumido, como se sabe).

Obrigado falso-engenheiro de pacotilha!

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