30.12.10

'Tá' amuado...o rapazola...

O menino ministro Pedro Silva Pereira ficou muito magoado, amuado... com as afirmações de Cavaco Silva. Temos Pena! Que amue, ou desamue, mas que desapareça. Já temos manipuladores anti-democráticos que cheguem. O caso é que... é bem verdade o que disse Cavaco.

Ou teria sido nomeada uma autêntica gestão, e administração, profissionais e que tivessem sido seriamente empenhadas em salvar o BPN, ou então dever-se-ia ter deixado cair e falir.

Manter o 'folhetim', na esperança de tal servir (e irá ser usado, por altura de eleições legislativas já em 2011, pelo PS e por esta mão cheia de rapazolas irresponsáveis e incompetentes, mas muito competentes na instauração de teias de influências, 'polvos', para tentar atingir um PSD onde alguns dos seus antigos dirigentes foram parte decisiva na fundação e administração da SLN e BPN, mas nada tem a ver com a actual direcção do PSD. Ou...um dia serão os futuros dirigentes do PS, após correrem com Sócrates, responsáveis pelas mentiras, manipulações, corrupção e incompetências dos actuais?) para atingir o PSD.

Pode amuar...'menino' Pedro...o país não ganha nem perde com isso. Até nos rimos...

Manuel Alegre. Uma triste estupidez …ou burrice pura e simples.

Transcrito do “Basfémias”

“Os donos das palavras

Ontem Manuel Alegre terminou assim o seu debate: Eu dirijo-me ao povo da esquerda e a todos os outros democratas, àqueles que se reclamam da doutrina social da Igreja e querem uma sociedade mais justa e solidária. É preciso resistir.”   Suponha-se que Cavaco Silva ou algum candidato proveniente da sua área política terminava assim um dos seus debates –  “Eu dirijo-me ao povo da direita e a todos os outros democratas, àqueles que se reclamam da doutrina social da Igreja e querem uma sociedade mais justa e solidária. É preciso resistir.” - No dia seguinte o país estaria em comoção com o apelo que todos considerariam ultra-montano  sujacente a tal frase dirigida ao povo da direita e aos católicos. Pelo menos três crentes doutros credos já teriam debitado aos microfones da TSF o seu espanto e indignação perante tal discriminação. E a criatura que tivesse proferido tal frase estaria transformado num chefe de milícia que havia que erradicar do convívio com os democratas.  O debate de ontem foi o melhor desta campanha e vale a pena ser revisto para se perceber como em Portugal no ano de 2010 se fala de política.”

Um Procurador de Vergonha

O Procurador Geral da Republica, um conhecido socialista, escoliho pelo PS, tal como o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, eleito por membros do PS, do Conselho de Magistratura, tudo gente comprometida com Sócrates, instaurou um processo disciplinar a vários procuradores, porque estes incluíram no processo de investigaçao um questinário que havia sido recusado e ao qual Sócrates devia ter respondido. Uma perfeita manipulaçao dos meios do Estado para camuflar uma investigaçao. Ninguém ainda condenou Sócrates, mas com estes procedimentos, estes ‘amigalhaços’ do falso e corrupto Primeiro-ministro já está condenado, no mais importante e implacável tribunal de todos: o da opiniao pública. O dos eleitores. Até que enfim. Obrigado senhor PGR! E ainda mais, obrigado senhor Presidente do Supremo.

Quando um Procurador Geral e um Presidente e um Supremo Tribunal em lugar de defenderem o interesse pela Verdade e a Justiça, como pedras basilares de um Estado de Direito, para que fosse, em plena crise do sistema judicial, reposta a Credibilidade e a Transpatência, optam por pagar favores, por fazer favores ou por serem subserviente...s de um político (seja ele quem for!)...então é posta em causa toda e qualquer réstia de Honestidade e de independência, toda e qualquer Seriedade, das pessoas em causa (PGR, Presidente do Supremo, e Primeiro-ministro), mas mais grave: do próprio sisteme e do País. E esse, o país, é nosso, e a nós compete defender e proteger de uma pro-máfia de vergonha e de desdém por todos os princípios que nos são ensinados desde a infância. Os princípios da Honestidade e de defesa da Verdade. Tudo apenas para não deixar seguir uma investigação, como se um Primeiro-ministro estivesse acima do sistema e fosse ele mesmo o garante da Verdade. Mas não nos esqueceremos. Tal como não nos esquecemos do encerramento de uma Universidade para ocultar um falso processo, uma falsa e vergonhosa formação em Engenharia, que a Criatura não possui. Nunca foi admitido nem na Associação de Engenheiros Técnicos, e muito menos na Ordem dos Engenheiros. Tudo é falso e manipulado nesta criatura, que continua a lançar o manto da Vergonha sobre Portugal. E pior...ainda engana uns quantos, mesmo que cada vez menos. Até um dia, cada vez mais próximo. E com ele, irão, terão de ir estes PGR e PSTJ sem escrúpulos e que tão mostraram como se deixam comprar.

20.12.10

'Faz sentido'...em termos de 'energia positiva'?!!!??

Um dia destes ouvia na rádio uma economista a falar de ...numerologia! Não! Não da ciência dos 'números',  de uma qualquer aplicação de cálculo numérico à Economia. Mas de 'numerologia' como 'ciência (exagero de auto-classificação, catalogação), exotérica (termo que os exotéricos detestam que lhes cole à pele), uma interpratação dos 'sinais' da vida, passada, mas ainda mais...futura (outra estupidez, visto não se poder interpretar o futuro, já que ainda não aconteceu, e, daí, iventar.se esta coisa dos 'sinais'. Numerolgia como forma de 'entendermos' a vida, a sua energia, a nossa 'energia'. Acreditem que foi um esforço inusitado, o meu, de ficar caladinho, sózinho no carro, a ouvir tais disparates, aliás, burrices, estupidez humana, no seu melhor.

Um dia destes chega-nos uma colher de pau, das que se usam para mexer o arroz no processo de cozinhar e 'diz-nos' que sabe o resultado da eleições na Ucrânia...

Uma ideia interessante, se a conseguirmos fazer prevalecer mais de dois minutos a rebolar-se na nossa cabeça...é a de 'sermos energia'. Dizia a senhora economista que somos energia. Mais adiante falava de energia 'positiva' (estou desde esse dia e tentar descobrir ou ouvir de alguém, o que será energia negativa, quero dizer, a negação da energia, mais do que a sua ausência, a sua inversão. Em Física é possível: energia negativa é qualquer coisa como a energia em défice num sistema, mas precisamente, significa algo inexistente, ou 'em dívida'. Agora um humano com energia negativa... já deve 'cem anos à cova', como costuma dizer alguém que me é muito próximo e muito querido. OU alguém que 'leva ondas negativas' aos que o rodeiam...enfim. Neste ponto, entra-se no essencial do 'tema': é sempre possível encontrarmos palavras que, combinadas, parecem fazer sentido. Outra das afirmações da 'especialista em numerologia' que foi à TSF a propósito da publicação do seu livro sobre o tema: fazer sentido. quer dizer, para ela faz sentido uma dada sequência lógica de números. Fazer sentido! Lembra-me certos políticos: um conjunto de palavras parecem fazer sentido. Como se as palavras, cada uma, se pudesse desprover de sentido, de significado para, em conjunto, fazerem sentido. Podemos, claro, arranjar muitas coisas com 'sentido'. Desde logo: Deus. Faz sentido. E porquê? Porque criamos em nós a 'possibilidade, e mais do que isso, para alguns, ou muitos, a alta probabilidade de 'ele' existir. E, então, muita coisa faz sentido. Ora, claro, se faz sentido a ideia de Deus, uma coisa invisível que, perigosamente, deu origem a um cojunto de seitas, grupos, ditos relogiões, que mais não fez até hoje, e até prova em contrário (provas como ...acreditarmos nas pessoas, após 'vermos' do que elas são capazes, usando para tal os nossos sentidos, que, já agora, os religiosos, mesmo a jeito, dizem dever-se desconfiar de...oK! por aqui me fico, por agora. Mas não sem dizer, ainda, que a inexistência de toda e qualquer religião teria evitado muitas, ou mesmo todas, as guerras. Estranho 'destino' este, das religiões, que em lugar de levarem ao bem, levam à morte violenta e prematura de milhões, de bilhiões de pessoas...mas ah! Isso é 'por vontade de Deus' que tira a vida quando lhe apetece e nem por isso deve ser 'julgado', nem sequer questionado, para logo 'nos exoartar' ao amor e à defesa da Vida!)

'Faz sentido'. E Faz Sentido, que um conjunto de números 'faça sentido'. Mas 'sermos energia'! Por favor! Somos, obviamente energia, mas também, Matéria! Somos as duas coisas, que se transformam, ciclicamente, uma na outra. Científico. E demonstrável. Não somo, pois, mais energia, apenas porque dá mais jeito a certas ideias, estapafúrdias, sermos energia. É mais fascinante ser-se energia. Matéria é algo...básico, terreno, palpável, tangível de mais para ter fascínio. 

Disparates! E o programa foi repetido! A bem da energia positiva. E de nos prepararmos para algo que vai suceder em 2012, pela lógica, científica' da interpretação das sequências numéricas, que, a propósito, existem em todo o lado, à nossa espera, para ideias reais e construtivas, tal como dos nossos disparates e burrices. O mesmo tipo de estupidez e burrice que levou a 'inventarmos' as religiões.

15.12.10

Wikileaks: a Verdade nunca foi a virtude primeira destas Democracias...




Julian Assange está neste momento em prisão, após o recurso da Acusação, sobre a decisão do Tribunal, que o está a julgar pelos crimes de cariz sexual de que o acusam, que pretende que ele não saia em liberdade, para, assim aguardar o início do julgamento, ou a decisão sobre a extradição pedida pela Justiça Sueca que o acusa.

Só esta atitude de lhe querer retirar qualquer possibilidade de se preparar em liberdade, ou de lhe dar o direito, mínimo e humano, de aguardar como homem ainda livre, e ainda sem se saber se quem o acusa tem fundamento para tal, é quanto basta para se desconfiar, com justificada segurança, das razões que conduziram à Acusação. E para se desconfiar de que individualidades politicas e governantes, tal como Serviços Secretos, da Rússia, de Israel, do Egipto, do Irão, dos EUA, do Reino Unido, e até de Portugal pretendem a todo o custo manter Assange sob prisão e (pensam eles) fugir à transparência que as Constituições destes Estados, pelo menos dos institucionalmente democráticos, obrigam os políticos e os Serviços dos Estados, sejam eles Secretos, de Justiça ou Policiais.

Neste processo ocorrem-me várias questões.

Os políticos, apesar de eleitos usufruem de forma vitalícia desse capital de confiança e de referencias públicas que, tantas vezes de forma arrogante, assumem nas suas comunicações, aparições públicas e atitudes e decisões? Numa palavra: serão eles mais dignos da nossa confiança, apreço, estima, consideração e respeito do que...jornalistas? do que ...homens e mulheres comuns? Estão os políticos certos e seguros de estarem acima de toda e qualquer suspeita, ainda que negoceiem acordos e posições que possam lesar o povo que os elegeu? (como Bush, como Putin e Medvedev, como Chávez, como Zapatero, como Berluscon, como Sócrates, Blair, etc...). Porquê?

Os Estados, na Europa, na Ásia, na América, continuam a considerar legítimo e, sobretudo útil e vantajoso aos seus interesses e aos de terceiros, que se persista nas actividades Secretas e nos tráficos de interesses e influências que são a função das ‘Secretas’, Embaixadas e Ministérios dos Negócios Estrangeiros, dos diversos países?

É legítimo usar de todo e qualquer meio para ‘eliminar’, mesmo que não provocando o seu desaparecimento, indivíduos como Assange, que se verifica serem bem mais úteis às sociedades, pelo menos às democráticas, dos que gerações seguidas de políticos medíocres e de duvidosa honestidade, como todos os acima citados e mais alguns? E porque razão e com que direito se julgam estes políticos para assim pretenderem mudar o rumo da história, a seu bel prazer? E porque se julgam eles detentores universais da razão e da Verdade? Uma eleição, mesmo que democraticamente aceite é razão que baste para que todas a atitudes e decisões dos políticos tenham de ser aceites?

Lembro que...Hitler ganhou as eleições na Alemanha em 1936 e seis anos depois mostrou bem claro quem era e o que pretendia...deviam os alemães continuar (e muitos assim o fizeram ou passivamente o aceitaram, mas muitos outros o renegaram logo às primeiras decisões e atitudes anti-democráticas e totalitárias) a dar-lhe a sua confiança (‘até ao fim do mandato para que fora eleito...e que afinal era vitalício se o deixassem...) e apoiá-lo?

Porque razão negam a Assange um julgamento justo e uma preparação para o mesmo em liberdade? Porque o querem identificar com terroristas, como Bin Laden, se grande parte do seu trabalho tem sido denunciar abusos, das policias, dos Estados, dos governantes, à imagem do que faz a Amnistia Internacional, mas com muito mais eficiência e com meios mais práticos e eficazes?

Se Assange fosse o marginal depravado que querem fazer querer, porque lhe negam a possibilidade de fiança? Basta constituírem provas cabais de que é quem dizem, ou pretendem que seja.

O certo é que fazem dele mais vítima do que ele mesmo alguma vez pretendia. A começar pela Visa, pela Pay-pal, Mastercard e outras entidades financeiras (BCP incluído...agora entende-se o que eu já afirmava há muito sobre este Presidente do Millenniumbcp, escolhido e nomeado por Sócrates, num banco privado, através do accionista Caixa Geral de Depósitos..estar ali para servir, apenas, os interesses do PS, de Sócrates e de toda a Máfia que este instituiu em Portugal).

A Wikileaks e Assange podem ser atacadas pelos mais poderosos Serviços Secretos, políticos corruptos e mentirosos, manipuladores e mafiosos, Tribunais e Juristas que se deixam comprar...mas nunca se calará esta voz que exige a Verdade, a Transparência e a Qualidade e Inteligência, contra a mediocridade corrupta e mafiosa de grande parte da classe politica actual. Em vários continentes e Regimes.

Desiludam-se os que julgam poder continuar a esconder e a manipular, sob a capa do Direito e a Justiça, sobre a capa da Legitimidade.

Para ter Legitimidade e Confiança é preciso muito mais do que, apenas, ganhar eleições.

É isto que Julian Assange tem pretendido denunciar e por a claro. Se não o deixarem continuar a ser um homem livre, já fez muito mais do que muitas gerações de muitos de nós. Por nós! Para nosso bem e da nossa liberdade, esperemos que Assange ganhe esta batalha judicial e esta 'guerra' na Internet.

E outros virão e ficarão a fazer idêntico trabalho.

A ilicitude e a vergonha ficarão com estes políticos que agora se têm desdobrado em declarações tendenciosas e medíocres, contra a Wikileaks e Julian Assange. Desse rótulo já não se livram. 

7.12.10

Marina, de Carlos Ruiz Zafón




Carlos Ruiz Zafón, Marina: “Marina disse-me uma vez que apenas recordamos o que nunca aconteceu”…”O tempo não nos torna sábios, apenas mais cobardes”. 
O protagonista desta história termina o seu relato com esta visão do antigo colégio interno, com a noção de que se voltasse a visita-lo se perderia a sua juventude ( a memória dela). A memória da própria história. Uma história única, comovente, de fim triste. Mas rica de emoções. Como nunca chegou a concretizar o sonho que a história desenvolve, de que a sua melhor ou única amiga, se tornasse, um dia, a sua namorada e companheira, com quem tantas aventuras e emoções havia vivido….recordava então, apenas, o que nunca aconteceu.
Mas numa outra dimensão, as palavras de Marisa, a sua heroína que teve um fim sereno, mas triste e prematuro, o que nunca aconteceu refere-se à incerteza e ao irrealismo, ou realidade inverosímil da aventura conjunta e da história que lhes for a contada e que acabariam por partilhar e viver.

Lê-se de um fôlego, este pequeno romance de Ruiz Zafón. Fica-se, no fim, com o sabor doce da sua prosa que cedo nos abandona, e do sal de alguma lágrima que nos pode fazer verter. 

Curioso como as lágrimas que libertamos pelas histórias dos outros nos fazem reviver as nossas próprias. Nem sempre de tristeza, ou angústia, mas de nostalgia. Como se nesse efémero percurso de uma isolada lágrima, se pudessem repassar todas as nossas próprias histórias, concluídas ou, especialmente inconclusivas, e nos ficasse, no fim, o mesmo sabor amargo, que a história que acabámos de ler, nos deixa, também. Com uma pequena lágrima, assim vertida, chega-nos o impulso de regressar aos nossos passados, desde a infância e a todos os momentos e vidas, que quisemos viver de uma ou outra maneira, dos incompletos percursos que apenas iniciámos, mas que sabemos bem, não nos podíamos permitir revisitar. E nisso reside, afinal, a beleza poética, da nossa breve nostalgia. Há coisas que não se podem, nem queremos revisitar, e que devemos deixar como estão, e algumas nem sabemos se estão ainda, ou existem. Apenas as levamos connosco, desde o dia ou o momento em que demos um passo para o lado e entrámos num novo caminho.

E assim recordamos o que…nunca aconteceu.

3.12.10

O Mundial de Futebol de 2018 na Rússia

"É uma vergonha(...) a Rússia, um Estado mafioso corroído até à medula pela corrupção (e anti-democrático, sendo que os russos não conhecem até ao dia de hoje um só segundo de Democracia, num país que manipula as eleições e goza com o seu povo e com os de outros países) ; o Qatar, um reino medieval sem liberdade de expressão, ambos nadam no dinheiro que o petróleo oferece". Dizem os jornais ingleses. E dizem muito bem.

Mas não dizem tudo, porque esquecem a China. E os interesses ingleses no petróleo. E a atitude do Reino Unido, logo após a independência de Israel, em que apoiaram os Árabes, com armas e recursos, porque o petróleo destes falava mais alto.

A hipocrisia e o mau perder é sempre evidente nos povos e países que se consideram a si mesmos superiores. E com uma hegemonia para todo o sempre.

Junte-se-lhe a arrogância e podemos ter um vasto conjunto de países, que remam a favor de uma muito evidente 'Realpolitik': Reino Unido, USA, Alemanha, Espanha, França, Holanda, Suécia, Suíça, China, Rússia, Índia. Japão...E a que se tenta juntar Portugal (quando tenta acordos com Líbia, Venezuela, China, Angola, e outros países onde os atentados aos direitos humanos mais elementares nos deviam impedir de qualquer aproximação), mas com ridículas posições, infelizmente.

A hipocrisia, ou cinismo são sempre maus princípios e formas de actuar condenáveis.

Felizmente, para Portugal, que não conseguimos ser escolhidos para o Mundial de 2018. Mesmo já com infraestruturas (que não devíamos nunca ter construído) já nos chega de desvarios e estúpidas, dispendiosas, decisões. Porque a última vez que nos metemos numa igual, em 2004, nos custou o que custou, e de nada serviu tentar-se esconder, ou mentir, sobre ter sido benéfico, pois ainda hoje e no futuro, teremos de continuar a pagar uma realização altamente deficitária e prejudicial.

Mas pactuar com hipocrisias e arrogâncias de mau perder, isso não.