25.6.10

Avisos objectivamente ignorados



Os sinais de degradação da nossa Economia eram evidentes desde que Sócrates tomou posse, no seu primeiro Governo. No final do seu primeiro ano de Governo, eleito com a mãozinha providencial de Jorge Sampaio, que se prestou a fazer um servicinho de mistificação da má imagem e do mau desempenho do Governo de Santana Lopes, afinal bem mais eficiente do que os de Sócrates, em Todos os aspectos, sem excepção (economia, finanças, trabalho, educação, saúde, cultura, agricultura...tudo!), este incompetente e de muito duvidosa honestidade, intelectual e objectiva, Primeiro-ministro, averbou uma vitória: diminuição do défice do Estado, com, obviamente, custos para todos, através do aumento da colecta de impostos, e nunca através da redução da Despesa Pública.

Depois, tudo foi piorando, E os 'blufs' foram-se sucedendo: o Magalhães, uma 'consola de jogos', falsamente designada de 'computador' de mau desempenho, que as crianças mais inteligentes e criativas cedo abandonaram, verificada a sua perfeita inutilidade, e com a qual nada aprenderam sobre informática ou internet...

O acordo de cooperaçao com o MIT...que nunca dará frutos, visíveis, em termos de mais ciência, conhecimento, ou tecnologias rentáveis, mas sim receitas à famosa escola superior de Engenharia, Gesão e Tecnologias americana...

Os grandes projectos industriais, todos por concretizar, alguns parados, mas dos quais se gaba imenso o CDS de serviço de Sócrates, Basílio Horta...

A criação de empregos e o impulso que o Governo pretendia com formação-emprego a mil licenciados, de que nada se aproveita, nem a ninguém e nenhuma expressão tem...

Um conjunto vasto de medidas de propaganda, de medidas vazias e sem sentido, mas todas a apontar no mesmo sentido: aumento da Despesa Pública, endividamento do Estado, compromisso com o futuro de todos nós...empenhamento das futuras gerações.

Eu, modestamente, alertei desde 2005 para todas estas políticas erradas e vazias de sentido. Como exemplos, leia-se abaixo, extractos de alguns textos por mim publicados, entre outros, numa pesquisa rápida ao meu próprio blogue.

Hoje veio o Presidente da República alertar para que o Estado não teria nos próximos anos capacidade (leia-se capacidade de obter fundos, crédito, meios financeiros) para sustentar uma política como a que tem vindo a seguir, eufemisticamente dita de Keynesiana, para supostamente relançar a Economia. Já eu o afirmava há muito tempo atrás...essa política de lançamento de uma Economia pela mão do Estado nunca obtém mais resultados do que..criar clientelismo e desbaratar dinheiros públicos. Mas o que Cavaco alerta é para a incapacidade, impossibilidade do Estado conseguir, sequer, financiar essa política. Uma política económica de desastre, de decadência, de caminho seguro para o empobrecimento nacional!


Agosto de 2009:

0,3 % é o crescimento do último trimestre. O crescimento real foi de 0,3% no segundo trimestre mas, em termos nominais (retirando os cerca de -1% que terá sido a inflação média nesse período), apontam para uma perda de valor da economia entre 0,7% a 1%. Em euros, dá uma queda nominal que rondará os 400 milhões de euros. O crescimento real é igual à variação nominal do produto interno bruto (PIB) menos a variação de preços. Como esta última é negativa, a taxa real acabou por ser empurrada automaticamente para terreno positivo. Este efeito beneficiou também as outras economias.

(…)

Vamos depender mais do Estado para recuperar a economia? OU seja, de mais empenhamento do futuro, via dívida externa? E por quanto tempo mais aguenta o Estado?

Junho de 2007:

Temos a despesa pública mais pesada e sem solução de toda a Europa ( a dívida do Estado, para pagar o défice público já cresceu mais de seis vezes (6!!!) desde o tempo do Governo de Cavaco Silva estando agora em mais de 60.000 milhões de Euros e continua a crescer, a uma taxa que é mais do dobro do nosso crescimento económico. (3%!!!)- isto para dizer que estamos a regredir e que tudo que no passado recente de há pouco mais de dez anos foi feito, está a ser desmantelado, em favor de interesses minoritários e delapidadores dos parcos recursos nacionais. Mas também para dizer que se se conseguiu uma vez, pode-se conseguir de novo, mas comprovadamente com 'outra gente' e 'dessa'....já não lá ninguém, em nenhum partido político!

Maio de 2005:
Todos os economistas afirmam que o recente anúncio de subida de impostos irá conduzir a um agravamento da recessão...mas aplaudem mesmo assim!

Expliquem-me...(coitado de mim e das minhas limitações). Há uma recessão boa e uma recessão má?

Isto faz-me lembrar a anedota da hiena: a hiena é um animal que come feses de outros animais, faz sexo uma vez por ano...e ri. De que se ri a hiena?

 Novembro de 2005

O problema é a execução do Orçamento. O problema é ainda, agora, mais real depois de ter sido confirmado que o crescimento da nossa economia será, em 2006, muito menor do que o Governo queria fazer crer. E com um crescimento da ordem dos 0,3% ou 0,4%, valores que constituem as previsões de, respectivamente Banco de Portugal e União Europeia - Eurostat, não há forma de entender como se pode controla e, eventualmente, diminui um défice que anda a estrangular o nosso desenvolvimento.

Desde o início que o Governo de Sócrates prometeu o que nunca realizou, ou conseguiria. Crescimento económico que não aconteceu. Redução da Despesa do Estado, que nunca foi efectuada. Reformas. Da Administração Pública, que se ficou por uma medida, por conferir se está a ser cumprida (não está, pvmiamente, ou não teria sido este ano introduzida uma nova regra, a penalizar e culpabilizar os responsáveis que pervertam a dita ‘Reforma’: a regra de por cada três funcionários públicos que se reformem, entre apenas um. Uma regra cega, estúpida, até…

Muitos mais asneiras e absurdos continua a cometer este Governo. Por muito menos, Sampaio, dissolveu a Assembleia da República e convocou eleições, pondo assim fim ao Governo de Santana Lopes. E nada de tão grave ou negativo cometeu ou praticou Santana. Nem foi suspeito de tantos crimes, e tão graves, como o de atentado ao Estado de Direito, como o de manipulação da Comunicação Social, o de mistificação do seu próprio currículo académico, comprovadamente falso e fabricado, por uma Universidade que se mandou extinguir, destruindo, assim mais provas, como as das famosas escutas. Nunca um Primeiro.ministro num país teoricamente Democrático abusou tanto do poder, e manipulou tanto órgãos de Justiça e empresas privadas. Mas continua, impávido e sereno, e o povo prefere-o a ter de admitir que fez o maior erro da história da sua Democracia. E o Presidente, até agora, também.

Quando despertarem, será tarde para os remendos e remédios necessários, não impossíveis, mas bem mais custosos...

Mas, pode ser que...pouco a pouco se vá despertando deste torpor colectivo...e um dia, o mesmo desprezo votado ao relatório da Comissão de Inquérito da AR, será votado ...ao próprio Sócrates. 

Entretanto, a estupidez reinante na União Europeia, vai produzindo 'pérolas' como a de esta europa, dita Democrática, pretender agora, fazer uma prévia aprovação dos Orçamentos nacionais dos Estado Membros, pervertendo os seus próprios princípios, consagrados nos seus Tratados, como o de Lisboa...e comprometendo o seu futuro, se se quiser continuar a ver a si mesma como espaço de Democracia...





23.6.10

A Democracia Ameaçada



Medo dos estrangeiros. Medo das outras raças (transformado ou não em aversão ou ódio). Medo de certos grupos sociais (dos mais pobres e menos sofisticados nas suas atitudes e intervenções sociais, de grupos profissionais, como médicos, pilotos da aviação civil, técnicos de manutenção aeronáutica, de agricultores, de enfermeiros, etc). Medo do desemprego. Medo do desaparecimento de fronteiras económicas. Medo da concorrência comercial aberta. Medo da supremacia de um pais, normalmente vizinho, frequentemente parceiro principal. Medo dos terroristas.

Toda este vasto conjunto de ‘medos’ que afecta um pais, que pode afectar uma empresa monopolista, estatal ou não, são os piores e mais castrantes princípios para o anti-desenvolvimento, para a estagnação e para o super-proteccionismo, ou securitarismos desproporcionado.

‘Casa roubada, trancas à porta’. Uma das ‘máximas’ que justificam muito do nosso mundo de hoje, na Europa, e muito mais, em maior escala, em Portugal.

Quando os terroristas descobrem uma nova forma de nos perturbar a tranquilidade, de nos ameaçar o nosso modo de vida, de nos retirar, e aos nossos mais queridos, a esperança de um futuro... as ‘entidades’ ditas oficiais, os tais que se julgam legitimados para tudo fazer em nosso nome, até nos ‘estragar’ o modo de vida, mais porque mais perdurável e estruturada, com a desculpa ‘da Lei’ e da força que ela encerra, ‘metem trancas á porta’ e ‘lixam-nos o dia a dia, o conforto e prazer de viajar. O prazer de um dia a dia como antes tivéramos.

Se somos ameaçados economicamente, tentam-se criar medidas proteccionistas, dos nossos produtos, sancionando, assim o bom e o menos bom, o medíocre, que também produzimos, com a desculpa da perda de competitividade, de solvência económica e de postos de trabalho. Mas nunca se procura o caminho da criação de novos meios e formas de produção e, sempre esquecido, inovadoras e competitivas formas de gestão. E, claro, nunca o ‘owner’ irá sacrificar o seu rendimento pessoal, em prol da defesa da sua própria empresa.

Quando há medo de desemprego, pressiona-se ou insiste-se em leis e regulamentos proteccionistas do mesmo. Esquecendo, assim, como se está a desproteger quem trabalha, com o proteccionismo anacrónico e limitador da competitividade e desistimulador de uma melhoria na formação profissional, e acusa-se então ‘as entidades patronais’...até por não investirem em formação e valorização dos seus colaboradores - (o que é verdade) mas esquecendo que com o proteccionismo existente da força de trabalho e respectivos postos, não há que investir em formação, se por acaso a ‘mão-de-obra’ disponível já não permite uma competitividade aceitável, nem aos (supostamente) mais interessados, interessa essa evolução...

Quando há medo de opiniões contrarias, em meio politico, o melhor, mais garantido é encontrar formas de castrar ideias, desprovi-las de sentido, ridicularizar adversários, inventar processos judiciais, com o ‘agrément’ de entidades teoricamente imparciais, e praticamente comprometidas, com o Partido do Governo.

Quando há medo de estrangeiros e de raças, combate-se com medidas de suposto proteccionismo e violência policial.

A Europa, os Estados Unidos da América, e em particular Portugal andam há alguns anos a usar a democracia, para a ameaçar, e a por em causa.

A Europa gera todos os anos um conjunto vasto de medidas de proteccionismo e depois vem queixar-se da falta de entendimento dos que pretende sejam parceiros comerciais e até políticos. Os EUA andam a derivar entre politicas incongruentes e incoerentes, numa senda de decadência de que só eles não vislumbram os sinais.

Portugal é o pais da Europa que mais atenta contra a Democracia. O Governo coloca amigos partidários e pessoais em lugares de destaque e decisão em empresas, tribunais,
órgãos de comunicação social, entidades ‘reguladoras’ fúteis, inúteis, despesistas, carregadinhas de amiguinhos....de quem nunca ninguém viu um dia de utilidade ou sentido (numa duplicação de entidades...quando os ministérios o deviam ser...reguladores...e porque não o são? Para dar a falsa ideia, a mistificação típica dos socialistas, de sempre e não apenas em Portugal, de uma falsa independência do poder politico!).

Onde devia haver uma preocupação de continuar a fazer crescer uma Democracia ainda distante da maturidade, há a preocupação e a azáfema, de a desconstruir e ir destruindo...

As Democracias usam os seus meios próprios, legítimos, mas não forçosamente lícitos, para ameaçarem os seus mais básicos princípios e padrões e alicerces.

Um dia...a Democracia poderá não conseguir resistir e cair, de novo, naquilo que ninguém (a maioria, mesmo os actuais detractores e desconstutores da mesma) deseja!

Continua política de Mentiras do PS...

É só clicar na imagem...


Já sabemos há muito que Sócrates sempre se pautou pela mentira. Desde a sua não-licenciatura, o processo Freeport, os sobreiros no Alentejo e o licenciamento de empreendimentos turísticos, o 'interesse nacional' no TGV, as pressões nos órgãos de comunicação social (todos, sem excepção), a colocação (por inaceitável pressão e intromissão do Estado, aliás do Governo, em empresas privadas e pelo que tal significa de mentalidade anti-democrática que 'mete a pata' em tudo e a todos condiciona e pressiona...ou exige, ou ameaça) no Millennium BCP, o TVI-PT, os jornais e órgãos de comunicação e empresas do 'amigo' Oliveira, os bancos amigos (que dependem dos negócios do Governo, como o BES, o BCP, a CGD...) os juízes e tribunais, escolhidos e colocados directa ou indirectamente, pela mão (suja) dele mesmo, Sócrates....o mentiroso, anti-democrático...mafioso. E continua a política de mentira, fácil de empreender e praticar, quando desde Mário Soares (que passou anos a colocar amigos em todos os órgãos de comunicação social onde podia chegar, com 'ajudinhas e subsídios, de que bem me recordo...) a Guterres, que evoluiu e ensinou Sócrates nesta política tão importante para o PS, de meter a mãozinha e fazer as ameaças, a todo e qualquer jornalista que se lhe opusesse...
Sócrates continua, na senda da mentira, da pressão ilícita, da teia mafiosa e insuportável de manobrar, de manipular, a custo nosso, toda a sociedade, todo o país...
Até ao dia em que de lá for empurrado, pelo povo, pela força! 
Este comunicado, é apenas mais uma prova de como se consegue com os amiguinhos criar uma imagem errada e uma falsa e detestável capa de mentira e falsidades, inventonas e miragens, dos outros, de todos os que não são PS.
Um PS, há anos de mais, inimigo desta Democracia!
Estamos fartos de uma critarura que vê um país que não existe, que impõe uma estatístida mentirosa e falsa, ao INE, aos ministérios, e depois inventa 'erros informáticos' que ninguém investiga, na sua ingénua ideia de se estar a lidar com um PS democrático e transparente. Estamoa fartos de Ricardos Rodrigues, que abusam do pouco poder que têm e Furtam bens de jornalistas, de Jorges Lacões e Santos Silvas, vendidos a todo o custo, a qualquer mentira, que lhes sirva o 'tacho'. De Pedros Silvas Pereiras, amigos do 'peito' e da falsa criatura, que não só lhe apara os golpes, os actos suspeitos de corrupção, as pressões ilegais ou ilícitas, as amizades duvidosas, os falsos currículos, seus e de amigos (alguns com ensino básico de '4ª classe' são administradores nomeados por Sócrates ou Silva Pereira, e estão acima de quadros bem qualificados, com poder discricionário ilimitado, contrariando toda a lógica de valorização de recursos humanos, que custaram ao Estado a sua formação superior e, tantas vezes super qualificação).
Estamos fartos de tanta mentira, de tanta imagem de falsa de um país podre, pobre e ignorante, que todos os dias fabrica falsas estatísticas, apenas para favorecer um Partido incompetente, que tem no seu seio gente de imenso valor, agora ao serviço de gente sem o mínimo, o mais ínfimo valor, humano...quanto mais político, ou sequer social.
Estamos fartos e um dia...diremos quanto o estamos!

14.6.10

O Tempo do Povo




Há momentos singulares na história de um país. Momentos em que um povo, sem o ter desejado, pode ter de tomar o seu destino, nas próprias mãos e actuar, para ter o que quer.

As últimas mudanças, movimentos que alteraram rumos políticos e sociais, e económicos, com consequência, que inverteram tendências ou inércias, através de Golpes de Estado, ou de Governo, ou de uma mais profunda e transformadora Revolução, foram quase sempre protagonizados por figuras destacadas na nossa vida politica nacional.

Quando uma alteração de governação ou de Regime  se (consegue) pode dever a um genuíno movimento popular, se alguma vez tal sucedeu na (História e não se trata de utopia...), as consequências são bem distintas. Pode suceder que a governação tenha mais dificuldade em encontrar estabilidade, mas o movimento popular ‘institui’ um sentimento comum, de base, que perdura por muitos mais anos do que, ao invés, o logra um outro, de elites ou de um grupo diferenciado. Não tendo sido este o processo de alteração de Regime em Portugal, não estou certo de se não se sofre hoje, com muito desinteresse e apatia populares, mais do que seria desejável e necessário. Mas o caso não é apenas português. E com a realidade existente é que temos de lidar.

Por outro lado, ou parcialmente em consequência do antes exposto, há hoje o sentimento generalizado de que talvez este Portugal não seja bem um pais normal. O mais antigo da Europa, é também o mais iletrado, onde o povo menos informado, interessado e empenhado na vida comum demonstra estar. Até um dia, provavelmente...

Quando Sampaio demitiu Santana Lopes, dissolvendo a Assembleia da República, o estado do pais era bem mais sólido, mais saudável e promissor. Não havia a agitação de hoje, uma agitação silenciosa e envergonhada, de tanta e tanta gente que, tenho votado Sócrates, não sabe ainda hoje, como o fez, porque o fez, e como dará a volta ao texto, sem perder a cara. Mas afinal, num pais de mais de dez milhões, apenas pouco mais de dois milhões votaram Sócrates, para tanto bastou para que fosse hoje, de novo, para nosso grande mal e desgraça comum, Primeiro-ministro.

Quando Sampaio cometeu tal erro e insensatez, ou abuso, não estava o país numa situação económica como hoje se encontra, sem futuro e empenhado até a enésima geração. Com as Finanças num caos, ainda que com estatísticas bem fabricadas (por novos processos de cálculo, muito oportunos e convenientes e sempre favoráveis ao Governo), com as finanças familiares em vizinhança de bancarrota e as do Estado a caminho. Não tínhamos uma sociedade amordaçada e manipulada, por uma Comunicação Social onde escapam dois ou três órgãos apenas, e ainda...manipulada pelos Tribunais e Órgãos Judiciais eleitos ou nomeados por Sócrates, Entidades Reguladoras despesistas e inúteis, mas muito úteis ao Governo, estatísticas elaboradas com o propósito de servir os interesses desse não-engenheiro incompetente mas esperto, mafioso e anti-democrático.

Mas hoje necessitaríamos de uma espécie de Sampaio de sinal diverso, para que este Governo desaparecesse ou desistisse de nos degradar e sonegar o futuro, individual e comum.

Num pais em que as vozes de quem sente as dificuldade e não vislumbra nada de bom num horizonte de futuro de, digamos, no mínimo uns dez anos (outra ilusão dos nossos desinformados eleitores que julgam que uma pequena medida qualquer de um Governo Sócrates pode vir a inverter a situação e conjuntura actual e, de novo, haver a Promessa de dias melhores...não tendo ideia de que as más medidas do passado recente e do presente, terão consequências desastrosas e perduráveis por uns bons – maus - dez anos ou mais...), não se vê como alguém pode constituir-se de Salvador.

E um dia destes, ou hoje já, resta ao Povo, conhecedor ou não, letrado ou não, tomar o rumo das suas vidas e mostrar-se como é...ou melhor, como ainda não é, de momento, dizendo do que quer e ao que vem, saindo à rua e falando bem alto e inequivocamente, já que Cavaco Silva parece não entender bem o significado de uma calamidade social generalizada que pode vir aí...

Em nenhum país europeu surgiu alguém que tivesse sido e seja suspeito de tantas atrocidades à nossa liberdade comum, ao nosso bem estar, tendo usado do poder que lhe foi conferido para se servir do Estado, como se serviu, e á sua família e amigos, com a complacência ou colaboração de entidades judiciais, gestores de empresas e bancos privados, figuras políticas tidas como respeitáveis...

A vergonha de termos um Primeiro-ministro com esta escandalosa fama de submundista, chefe de uma séria vasta de redes de influências e negócios ilícitos, de manobras de controlo da nossa vida e liberdade, não iguala o desastre de uma sociedade que andou vinte anos para atrás no seu desenvolvimento e se distanciou dos seus parceiros europeus. Uma sociedade hoje mais pobre e com menos futuro do que quando esta criatura chegou ao poder (usando e abusando de mentiras e recursos).

Por enquanto o Povo resiste...ou desiste...