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A mostrar mensagens de Junho, 2010

Avisos objectivamente ignorados

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Os sinais de degradação da nossa Economia eram evidentes desde que Sócrates tomou posse, no seu primeiro Governo. No final do seu primeiro ano de Governo, eleito com a mãozinha providencial de Jorge Sampaio, que se prestou a fazer um servicinho de mistificação da má imagem e do mau desempenho do Governo de Santana Lopes, afinal bem mais eficiente do que os de Sócrates, em Todos os aspectos, sem excepção (economia, finanças, trabalho, educação, saúde, cultura, agricultura...tudo!), este incompetente e de muito duvidosa honestidade, intelectual e objectiva, Primeiro-ministro, averbou uma vitória: diminuição do défice do Estado, com, obviamente, custos para todos, através do aumento da colecta de impostos, e nunca através da redução da Despesa Pública.
Depois, tudo foi piorando, E os 'blufs' foram-se sucedendo: o Magalhães, uma 'consola de jogos', falsamente designada de 'computador' de mau desempenho, que as crianças mais inteligentes e criativas cedo abandonaram,…

A Democracia Ameaçada

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Medo dos estrangeiros. Medo das outras raças (transformado ou não em aversão ou ódio). Medo de certos grupos sociais (dos mais pobres e menos sofisticados nas suas atitudes e intervenções sociais, de grupos profissionais, como médicos, pilotos da aviação civil, técnicos de manutenção aeronáutica, de agricultores, de enfermeiros, etc). Medo do desemprego. Medo do desaparecimento de fronteiras económicas. Medo da concorrência comercial aberta. Medo da supremacia de um pais, normalmente vizinho, frequentemente parceiro principal. Medo dos terroristas.
Toda este vasto conjunto de ‘medos’ que afecta um pais, que pode afectar uma empresa monopolista, estatal ou não, são os piores e mais castrantes princípios para o anti-desenvolvimento, para a estagnação e para o super-proteccionismo, ou securitarismos desproporcionado.
‘Casa roubada, trancas à porta’. Uma das ‘máximas’ que justificam muito do nosso mundo de hoje, na Europa, e muito mais, em maior escala, em Portugal.
Quando os terroristas des…

Continua política de Mentiras do PS...

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Já sabemos há muito que Sócrates sempre se pautou pela mentira. Desde a sua não-licenciatura, o processo Freeport, os sobreiros no Alentejo e o licenciamento de empreendimentos turísticos, o 'interesse nacional' no TGV, as pressões nos órgãos de comunicação social (todos, sem excepção), a colocação (por inaceitável pressão e intromissão do Estado, aliás do Governo, em empresas privadas e pelo que tal significa de mentalidade anti-democrática que 'mete a pata' em tudo e a todos condiciona e pressiona...ou exige, ou ameaça) no Millennium BCP, o TVI-PT, os jornais e órgãos de comunicação e empresas do 'amigo' Oliveira, os bancos amigos (que dependem dos negócios do Governo, como o BES, o BCP, a CGD...) os juízes e tribunais, escolhidos e colocados directa ou indirectamente, pela mão (suja) dele mesmo, Sócrates....o mentiroso, anti-democrático...mafioso. E continua a política de mentira, fácil de empreender e praticar, quando desde Mário Soa…

O Tempo do Povo

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Há momentos singulares na história de um país. Momentos em que um povo, sem o ter desejado, pode ter de tomar o seu destino, nas próprias mãos e actuar, para ter o que quer.
As últimas mudanças, movimentos que alteraram rumos políticos e sociais, e económicos, com consequência, que inverteram tendências ou inércias, através de Golpes de Estado, ou de Governo, ou de uma mais profunda e transformadora Revolução, foram quase sempre protagonizados por figuras destacadas na nossa vida politica nacional.
Quando uma alteração de governação ou de Regime  se (consegue) pode dever a um genuíno movimento popular, se alguma vez tal sucedeu na (História e não se trata de utopia...), as consequências são bem distintas. Pode suceder que a governação tenha mais dificuldade em encontrar estabilidade, mas o movimento popular ‘institui’ um sentimento comum, de base, que perdura por muitos mais anos do que, ao invés, o logra um outro, de elites ou de um grupo diferenciado. Não tendo sido este o processo d…