Um Sábado qualquer, num lugar qualquer


Despertar num Sábado anónimo, qualquer. Estar anónimo, num lugar qualquer. Sem telefones a vibrar, a dizer-nos de alguém coisa alguma. Uma paz, falsa. silenciosa, enganadora. O silêncio do dia, o vazio das horas que passam para nos dar ...coisa nenhuma.
Sabemos que há uma barreira que se irá ultrapassar. Um dia que muito pode mudar. Esperamos, porque nem sempre somos nós que podemos Fazer. Ou o que podemos, é precisamente...esperar. Mas talvez não...

O dia começa com pensamentos muitos, a assaltar-nos e enganar essa paz redonda, mole e ...com fim à vista. Depois da paz, vem uma outra? Feita de dias agitados, pelas coisas melhores. Um outro tipo de serenidade. Uma serenidade que virá de dias activos, de vida vivida, de toda a energia que iremos receber e deveremos saber dar.

O dia começa e ainda não se sabe quando acaba. Se acaba. Esperemos que depressa, por umas razões. Esperemos que nunca, pelas boas.

Quando se muda uma vida, deve-se abrir portas a outra(s). Quando a janela se abre entrará sempre luz. Quanto mais nos custe a mudar, mais a esperança dever ser forte. Deve-se dar-lhe a oportunidade. Nada vem ter connosco, e se vier, não devemos estar entre paredes, fechados, nem numa paz falsa, nem numa intranquilidade decadente. Melhor é sempre, irmos nós procurar, encontrar. Ao encontro. Se formos capazes.

Mas só o sabemos se abrirmos a porta e formos lá fora, activamente. Em busca. Por vezes sem saber o que olhar e procurar. Algumas vezes sabendo-o ainda sem que com a certeza de o conseguir. A busca, a procura, a actividade e abertura, são as únicas formas de sairmos de um ...Sábado amorfo, redondo e sem fim... E já são tantos...

Um Bom Sábado, de vida e Sol! Por dentro e por fora!

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