24.2.06

Nuclear não! Pasta de papel, sim!

Grandes decisões, grande capacidade de decisão...

O Governo continua a iludir e a dividir os portugueses. Iludir com medidas a vulso, como esta do investimento na fábrica nova da Portucel, empresa privada onde o Estado já não detém uma 'golden share' bem à moda de países de economia centralizada, estatizada, mas em que através de corporativismos quer continuar a 'ter uma palavra'... projecto de anteriores governos e de uma administração demitida por socialistas...

Um fábrica de papel de deimenões nunca vistas em Portugal, não é logicamente poluente e perigosa...nem terá de ser desmantelada, pois no nosso país nunca se desmantelam fábricas, deixando-as definhar, morrer, obsoletas e improdutivas.

Perigosa é uma central nuclear, mas todos os países europeus as mantêm, e ainda investem em mais.

Eu diria que perigoso é um ministro da economia que se vende a amigos e interesses, portugeses e espanhóis, e um Primeiro-ministro que o patrocina...

E repito, a energia nuclear permitiria exportarmos energia, mas como isso querem os espanhóis fazer de lá para cá, Pina Moura, Manuel Pinho e Sócrates não o irão permitir, usando argumentos bacocos e demagógias pseudo-ambientalistas e usando a mesma força que o seu 'polvo' da comunicação social tem usado, na prublicação de sondagens que lhes dão preferência (obrigado amiguinhos da Eurosondagem e do DN...)

22.2.06

Energias

Portugal é, na Europa, o país com maior dependência energética do exterior.

Portugal tem também baixa eficiência energética. Quer isto dizer que a diversos níveis consumimos demasiado e mal. Consumimos demasiado quando a incúria nos leva a não controlarmos melhor o consumo em energia eléctrica, quando há excessos nesse consumo, começando por organismos públicos onde há consumos durante toda uma noite em iluminação, quando há deficientes isolamentos de edifícios de escritórios ou de habitação que, para além disso nem deviam utilizar esta forma de energia para processar aquecimento.

Para além de tais consumos descontrolados de energia, Portugal tem presentemente reduzidas formas de energia às quais pode recorrer (praticamente apenas energias fósseis como as que provêm do petróleo e de gás natural). Outros países recorrem cada vez mais a energias ditas renováveis, tais como a eólica, a solar e o biogás. Mas em quase todos os países europeus há também um recurso energético de enorme valor e que, para além do elevado potencial, permite uma utilização mais rápida a partir do momento em que se lança um projecto energético: a energia nuclear.

Já aqui referi, mais de uma vez que para mim, sem ser especialista em energia, a energia nuclear poderia até permitir a exportação de energia.

Temos o hábito de olhar para estes assuntos apenas do ponto de vista nacional, ou seja do nosso consumo caseiro e nunca pensamos à escala internacional ou global.

A energia é também, obviamente um negócio (mas parece que poucos empresários ainda entenderam isto (mas também com a qualidade de empresários que temos, mais preocupados com a marca da sua gravata e com os sapatos brilhantes com ‘escovinhas’ e com o Porsche Cayene à porta, ganhando dez a quinze vezes mais do que os seus mais directos colaboradores e muito mais do que os recursos das suas empresas o permitiriam…)

Porque não pensamos em termos mas globais? Porque não investimos a sério em energias renováveis, eólica e solar, mas também das marés? Temos mais recursos naturais nessas áreas do que qualquer país europeu!

E porque, para o fazermos persistimos em recorrer a espanhóis, que nada , mesmo nada, percebem disto (mesmo que estejam à nossa frente quanto a utilização). Quem sabe de energia solar a uma escala internacional, produzindo os melhores equipamentos são os gregos. Quem sabe de energia eólica em termos produtivos (fabricando equipamentos e implantando parques eólicos) são alemães, dinamarqueses, holandeses…

Mas… querem apostar em como vamos recorrer ao senhor Pina Moura e à sua Iberdrola? Que disto sabe muito pouco mas que o seu representante (presidente porque ele é uma individualidade…) diz ser líder mundial… Onde estão os importantes parques eólicos de Espanha??? Compare-se com o Norte da Europa, onde alguns parques até já substituíram centrais nucleares.

Insisto: devemos ter energias renováveis, eólica, solar principalmente, tentando utilizar conhecimentos de quem sabe a sério disto e esquecendo amiguinhos e interesses corporativos, e também pensarmos a sério em energia nuclear, com a qual até podemos criar mais um negócio exportável, para Espanha claro!

Mas aposto numa coisa: iremos entrar pela porta errada neste tema da energia, novamente. Vamos entrar com uma novata Iberdrola, vamos criar mais grupos corporativistas com as pessoas do costume e criar mais amiguinhos em empresas que, mais tarde possam dar uma mãozinha aos ex-ministros do actual e de anteriores governos. Em Portugal de cada vez que se faz alguma coisa nova é para servir corporativismos e amigalhaços…

Entretanto temos os imbecis do costume a alinharem-se numa contestação provinciana contra o ‘nuclear’: as quercus deste desgraçado país, feitas de gente que nada sabe e só procura destaque pessoal ou prazer pelo ‘bota-a-baixo’ e por destruir pela base qualquer hipótese de desenvolvimento.

Entre imbecis com gravata e imbecis sem gravata ‘venha o diabo e escolha’

Que paciência! Ou falta dela!

21.2.06

Passou um ano

Um ano de governo socialista e ...muito pouco ou nada mudou, pelo menos para melhor.
Não sou eu, apenas, que faço esta análise e também sei que nem tudo tem que ver com o Governo, nem tudo depende, sequer, da política.

Os nossos (maus a muito maus) empresários continuam a ser os mesmos. Alguns, que se julgam muito bons e importantes, limitam-se a fazer importações, sendo representantes de empresas de outros países. Esta mania das representações ("conseguir uma boa representação") é uma das bases mais asfixiantes do nosso tecido empresarial. Mas eles, só eles, não vêm. Mas os empresários de Espanha há muito que entenderam isso. Outros empresários nem as representações que conseguiram as conseguem manter. Mas continuam a ser bons, muito bons. Basta ver como se vestem, como se deslocam, que restaurantes e hotéis frequentam, etc.

As importações são uma absoluta necessidade para a nossa economia, pouco original, pouco criativa, pouco produtiva. As empresas multinacionais que cá querem investir devem ser acarinhadas e essa lógica tem sido bem trabalhada por este Governo.

Mas tais investimentos estrangeiros servem de pouco se não tivermos a capacidade de aprender com eles, de saber investir também com eles. Isso aconteceu com a Autoeuropa e com outras empresas internacionais que em Portugal criaram unidades produtivas. Mas nem com tidas foi assim, nem é seguro que assim venha a ser.

O mais importante no entanto é que, paralelamente ao contínuo descontrolo das contas públicas (eu havia dito que o défice iria aumentar em 2006...só falta mesmo que a União Europeia diga qual o valor...eu aposto em mais de 7%...), agravado pelo contínuo despesismo agora mais escondido, com a conivência do Banco de Portugal e do Tribunal de Contas, e com a velha mania de ser o Estado a nomear seus administradores em empresas já privadas, como a EDP e PT (com os consequentes elevadíssimos vencimentos que auferem tais gestores - os mais elevados da Europa! nas piores empresas da Europa...), paralelamente a tudo isto..que é nada em termos de criação de produção, criatividade, inovação e riqueza, há uma instalação de interesses em volta dos anunciados pacotes de investimento (planos tecnológicos, obras megalómanas, etc) e há uma lentidão excessiva no que toca surgirem novas empresas verdadeiramente inovadores e elevado valor acrescentado.

Um ano passado e há diversas crises à vista: na educação ( a mais importante matéria de governação, que importa reformar, mas bem!), na cultura ( a segunda mais importante), ( já referido), na agricultura (onde se confunde a inevitabilidade da redução do número de empresas/explorações agrícolas, com a necessidade de apoiar as que se mantêm e, ao invés, nem se dialoga com produtores ou associações, mas Portugal continua a ser deficitário em termos alimentares, tendo até aumento o défice desta balança comercial, sem que tivesse conseguido compensar com criação de riqueza noutros sectores económicos de modo a poder suportar o aumento da sua dependência do exterior…tudo má fé e má gestão da parte do governo), no plano externo (com afirmações despropositadas, desconexas e infantis do Ministro dos Estrangeiros), na saúde (em que se persiste em modelos socialistas mas, paradoxalmente, se pretendem introduzir medidas de estilo americano, mais radicais do que as de governos ditos de direita…), na Ciência (onde apesar dos esforços e carolice de alguns cientistas mais voluntariosos, tudo continua mais ou menos como sempre esteve: no marasmo português), e em tantas outras áreas que nem vale a pena já enunciar.

Tudo como dantes, mas algumas coisas em piores... o desemprego aumenta e, em vez des e conseguirem criar 150.000 novos empregos em quatro anos, perderam-se 550.00 num só ano, batendo todos os recordes em crescimento de desemprego! Aliás segendo o INE (Instituto de Estatística) o valor de cerca de 8 % ( o maior em muitos anos...) nem corresponde à realidade pois está mascarado pelo número de pessoas que ou já desistiram de procuram emprego ( e já nem estão inscitas) ou pelas que trabalham tão poucas horas semanais que jé nem entram na estatística de emprego!!! O valor real rondará os 11 %, sendo assim igual ao de Espanha, quando se julgava que este era o único dado vantajoso em relação aos vizinhos agressivos que temos

O crescimento da economia já não é os anunciados 0,8% mas sim 0,3% (três décimas... são decréscimo e não crecimento...) e o valor esperado para 2006, e insrito no Orçamento para este ano, foi revisto mesmo antes de entrarmos em 2006!

Mês a mês venho escrevendo o mesmo. Mês a mês tudo continua na mesma. Mês a mês a factura de quem votou em tamanha incompetência vai crescendo. Mês após mês sou ingnorado pela blogosfera, porque sou um chato que escreve demasiado sobre política, porque só dou quadros pessimistas de Portugal...

Mês após mês vou infelizmente confirmando como tenho razão...
Uma vez mais: não me leiam!

20.2.06

Um longo, longo voo

Em Espanha, país muito especial, nunca acontece nada de mal. Pelo menos do mesmo mal que aos outros frequentemente sucede.

Na agricultura sempre houve fenómenos interessantes, diria calamidades, que nunca surgiram em Espanha, mas que aos outros países da Europa- coitados, não são tão bons como 'eles'- foram trazendo problemas. Problemas sanitários, sociais, técnicos e económicos.

O não-surgimento de problemas em Espanha fez-se e faz-se na exacta medida em que os interesses económicos diziam não (lhes) ser nada conveniente, por causa de exportações em curso, (...) que surgissem...

Quem sabe um pouco de agricultura deve ter ouvido fala de uma doença dos citrinos (Espanha é o primeiro produtor e exportador mundial, de citrinos em fresco - de sumo é o Brasil) que era arrasadora... a Tristeza dos citrinos (provocada por um vírus). Como era prejudicial à exportação, por poder contaminar outras plantações...nunca apareceu em Espanha (mesmo tendo sido o país que mais a teve).

Mais recentemente a Espanha nunca teve a peste suína, quase não ia tendo a doença das vacas loucas, nos últimos tempos também não teve a doenças da língua azul nos ovinos...

A Espanha nunca tem problemas de tal natureza, de tal perigosidade, pelo menos para as suas exportações.

Agora estou mesmo à espera de uma ave que passe por cima de TODA a Espanha e, sem LHE TOCAR, venha aterrar em Portugal que, segundo (alguns) os espanhóis é o país que tem tudo.. . o que é mau!

E acreditem que estou mesmo preocupado com esta coisa da gripe das aves que, estando a duas mutações de poder expandir-se e contagiar largamente seres humanos, é uma ameaça real.
Que em Espanha não vai surgir...

18.2.06

Colecção Berardo

Confesso não ser um apreciador incondicional de tudo o que é arte contemporânea.

Talvez por não saber interpretar tudo o que dela vou vendo em exposições, ou talvez porque, como todas as formas de arte, de que necessitam de se conhecer os contextos, de ter sobre elas alguma formação mínima, ou ainda, de alguma forma termos sido criados ou vivermos num ambiente propício ao seu melhor entendimento.

Eu mesmo sou, nas horas livres, de necessidade ou de maior tranquilidade, uma espécie de pintor amador, que se aventura em novas experiências, mas tal não me habilita mais do que a outros, a melhor compreensão ou, na fase seguinte, admiração e prazer ou deslumbramento.

Não sendo avesso à “arte contemporânea” e, por outro lado, considerando a arte a forma suprema do conhecimento (nas suas vertentes e expressões mais diversas, sejam artes gráficas, cénicas ou outras), tenho de confessar que algumas obras de arte actual ou contemporânea me chocam pela explícita (mas nem sempre evidente) reduzida capacidade criativa.

É o caso de algumas, ou mesmo muitas das obras que fazem parte da reconhecida Colecção Berardo.

Dito isto, quero-me agora referir ao tratamento que, por parte do Governo e, em particular pela Ministra da Cultura, tem vindo a ser dado à referida colecção.

A Ministra, numa atitude socialista - retrógrada e provinciana, como se sabe foi sempre avessa à domiciliação da Colecção no Centro Cultural de Belém. Mas após uns tempos de incerteza o Primeiro-ministro forçou o acordo com o empresário proprietário da Colecção, que é apenas a mais importante da arte contemporânea alguma vez reunida por um português, e uma das mais importantes mesmo no plano internacional.

Após esse acordo prévio, era necessário estabelecer o protocolo escrito, para ser assinado entre Berardo e o Governo, pelo que o Ministério da Cultura (ainda estou para saber para que serve...) ficou de propor a forma, a “minuta” do mesmo.

Assim, a Ministra Isabel Pires de Lima tentou que, através do protocolo o espólio da colecção passasse para as mãos do Estado...!!!

Ou seja, que a colecção que durante anos foi, através de vultuosos investimentos, reunida pelo empresário, ficasse, por via de lhe ser cedido um espaço como o CCB (onde segundo Fraústo da Silva a colecção irá ocupar mais de oitenta por cento do espaço de exposições residentes, o que assim dito me parece demasiado...) nas mãos do Estado português... que nada fez até à data por ela, nem nunca fez por nenhuma que se lhe compare. Todas as grandes colecções existentes em Portugal sempre foram por privados reunidas e por privados conservadas, só começando por mudar este estado de coisas nos últimos anos.

Isabel Pires de Lima é apenas mais uma socialista que continua ater aquela visão de que ao Estado tudo pertence, ao Estado tudo tem de ser oferecido, numa lógica que só me oferece designar de estúpida, retrógrada, provinciana e típica de uma pessoa inculta!



14.2.06

Um dia apenas, sem nada criar

Hoje foi um dia estranho. De viagem para o Norte do país, pouco ou nada de notícias ouvi durante o trajecto. Estranho...

Não sei que aconteceu, mas não senti falta delas.Vim com os meus pensamentos, a música no carro, pensando que a única coisa que faz sentido na vida de uma pessoas é a criação. Tudo o que não for criação, tem o valor limitado que pode ter e que é o que o valor que os que criaram, os livros que lemos, os filmes que vemos, a música que ouvimos, as obras de engenharia que admiramos, as descobertas científicas (sempre atendendo à sua limitação, própria da ciência, tão efémera quanto uma nova descoberta que se lhe oponha ou ponha em causa, lhe permite) os projectos económicos... dos outros.

E o valor... é dos outros, ou seja o mérito sobre esse valor que queiramos atribuir, ou que lhe seja reconhecido universalmente.

Mas para cada um de nós o valor acrescentado da nossa pessoa no mundo em que nos inserimos, só é real, quando criamos.

E criamos, quase todos nós, qualquer coisa todos os dias.
O que acontece é que muitas, frequentes, vezes passa a nossa obra sem se dar por isso.

Mas a maioria das vezes não estamos capazes de qualquer criação. Por falta de dedicação ( de tempo, de disponibilidade) , de inspiração ( que Saramago e tantos outros dizem não existir ou não acreditarem nela, como fundadora da criação) de competência.

A nossa vida cresce em significado, para nós e para os outros tanto mais, quanto consigamos que a parte criativa da mesma ocupe um lugar maior na distribuição do nosso tempo, de vida.

9.2.06

Os saloios da Europa

Como sempre, desde há algumas centenas de anos que vimos vendo a fazer e (re) confirmar esta nossa vocação nacional de saloios da Europa (com respeito pelos autênticos saloios).

Agora, Freitas do Amaral vem novamente dar mais um reforço nesse nosso papel de súbditos da intelectualidade e da cultura.

Em vez de condenar veementemente as manifestações violentas que dia após dia se sucedem em grande número de países árabes, vem insurgir-se contra os caricaturistas que publicaram o que já se sabe sobre o profeta do Islamismo. Mas porque será ofensivo publicar tais caricaturas? Ofensivo é atentar contra as pessoas e não contra religiões e profetas (todas e todas criações humanas e não ao contrário). E isso fazem-no os árabes quando, diariamente, se manifestam como o têm feito. E isso fazem-no os árabes, e não só o poder político e religioso em muitos desses países - felizmente não em todos - quando mutilam pessoas, como mulheres e presumíveis meliantes, apedrejando umas até à morte e a outros cortando-lhes a mão.

Usasse Freitas da mesma veemência para tais actos condenar, como a têm utilizado para se referir, agora, aos tais caricaturistas e, anteriormente ( e até tem razão nestas críticas) aos USA pela invasão do Iraque. Mas perante esta tremenda e imensa manifestação consertada do mundo árabe, nesta nova versão de medievalismo serôdio... quase que apetece sentir alguma justificação pela atitude de algum ocidente em relação àqueles países e culturas - invasões, guerras, etc...

Mas o medo, o medo de sermos alvos de manifestações violentas e atentados também radica num outro medo, histórico que sempre nos prejudicou, muitas vezes manifestado por reis e personalidades da nossa vida política. Contrastante com muita coragem de um povo que por todo esse mundo andou e, com muito diversas culturas se intrusou e miscigenou. E este medo também é provinciano, no sentido de saloio e retrógrado. Este medo também assola muitos outros políticas europeus, mas em países onde apesar disso o povo pode ter outra intervenção e espírito crítico e não teme ser ele próprio, fiel à sua génese e cultura de respeito por todos e pelo individualismo, que se funda em figuras como Calvino e Lutero, e que também nós podemos nos orgulhar de ter tido, homens como Damião de Góis e mais recentemente Agostinho da Silva, que parece não nos terem ensinado o suficiente, para abandonarmos este nosso culto pelo saloio!

Saloios que somos, incultos com mais de 860 anos de que nos orgulhamos de ser... o que nos tem colocado sempre à mercê destes génios da política que, como Freitas, se têm sempre manifestado da maior inutilidade (há quase um ano escrevi aqui precisamente a minha visão sobre como este Freitas se tem manifestado inútil à nossa política e vida nacional...outro inútil é Jorge Sampaio...-, e simultânea arrogância, para Portugal, só nos resta manifestarmo-nos em espaços como estes de que Pedro Rolo Duarte em certas alturas se colocou numa altitude crítica e também pouco saudável de confundir figuras públicas com inteligência e competência confirmadas, quando se indignava com o facto de homens como Pacheco Pereira ou Pedro Mexia terem os seus blogues e também escreverem em jornais…

Seremos saloios sem solução?