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A mostrar mensagens de Novembro, 2004
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...actuaram em locais do maior prestígio no panorama musical ou artístico, em Portugal e noutros países: Teatro Camões, Teatro São Luiz, Teatro da Trindade, Centro Cultural de Belém, Fundação Calouste Gulbenkian, etc, etc; Orchestra Hall, sede da Chicago Simphony Orchestra, nos E.U.A.; participaram em diversos concertos em Itália, no âmbito do Festival Internazionale d' Orchestre Giovanili Europee, em Florença, Greve, Montecatini, Arezzo e Assis (onde deram um belissimo e exclusivo concerto- exclusivo porque tiveram o privilégio de mostrar a sua arte numa Basílica de S. Francisco em que são apenas autorizados sete concertos por ano...). A sua frescura e alegria, aliadas à sua postura já muito profissional e capacidade de concentração, invulgares para estas idades...fazem dos Violinhos- da Academia de Música Violinhos, em Lisboa, uma excepcional orquestra, com um repertório clássico, em que a excelência, a paixão pela música e um grande sentido artístico são a nota de marca! Parabé…
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São uma verdadeira orquestra de jovens e crianças, entre os três e os dezassete anos.  
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Putin no seu melhor 'traje': não se metam com ele...ou ele mete-se (com as armas) conosco! É de macho (quase latino, mas não exageremos...!) 

Putin e a Ucrânia "Livre"

Putin é o maior. Não temos nada que nos ingerir nos assuntos da Ucrânia!
E ele? Tem???

Há mais bushes do que o Bush, ou pensava ele ser genuíno...

Lembram-se do Bush e das armas nucleares da Coreia do Norte? Quem vai controlar (o desmantelamento das) as armas nucleres americanas? Ou essas são melhores do que as outras? São as 'boas' armas, não é?

Deviam casar, este dois...

Sonolência e ressaca

Sono de uma noite dormida à pressa.
Ontem tive de me deitar muito tarde, por regressar de uma viagem às três e algo da mnhã. Hoje, imaginem... uma espécie de ressaca, aliás, espécie coisa nehuma, uma verdadeira ressaca. Uma pedrada, é o que é. Mas tem as suas vantagens...
Ter menos sensibilidade. Quero dizer, ouvir menos- o que filtra muitas coisas...umas desejáveis, paciência, outras de que nem queríamos saber. Pensar devagar... Que coisa boa!
Ahhh Soninho!
Não sentir os nervinhos, quando no trânsito, ou no trabalho, ou em casa.

Só não se aguenta o ruído. Brrrrgh!

E com esta... vou. Dormir?
Aghh, ainda não.
Mas não sinto os dedos.
Já adormeceram?

Bloguecantinho

Ahhhh. Hmmm. Gosto deste cantinho da blogosfera. É sossegado, ermo, aconchegante. Ninguém vem por aqui. Fico assim, neste cantinho, sem nada dessas convulsões, ondulações perigosas que por aí andam. Nesses blogues famosos.

Ía a escrever sobre o Santana, ou sobre p Durão, ou o Bush? Nada disso! Está-se bem assim. Como à lareira. Quentinho. Sem ruído. Com silêncio.

Uffff!
Vou por mais lenha na lareira- Não para atear fogo, não! Para o manter e me manter a mim, sossegado, quentinho.

Guterres: um (ao) arrepio

O Congresso da Democracia foi objectivamente utilizado por Guterres como a primeira plataforma de lançamento do seu regresso à vida política. Um tremendo arrepio, de medo, de susto do que poderá significar para Portugal ter esse senhor, novamente, na nossa vida pública e política, mesmo como um inútil Presidente. E porque razão iria ele querer ser Presidente da República? Por vaidade? Julga ele, porventura, poder trazer alguma utilidade à (sua vida, claro, mas...) à nossa vida, nesse cargo? Utilidade? De alguém que nunca trabalhou? Como???

Segundo muitos comentadores, um deles, António Barreto (http://jornal.publico.pt/publico/2004/11/14/EspacoPublico/ORET.html), bastante insuspeito, parece-me, Guterres tentou tapar o Sol com uma peneira, dando a ideia de que lhe desagrada o estilo mediático (e a suposta ou evidente, como queiram, utilização/ manipulação da imprensa pelo PSD e outros) da vida política actual...
Mas, de facto, foi ele mesmo o obreiro de tal estilo. Foi o criador, mesmo…

Arafat, Judeus... a estupidez humana de novo

Arafat sempre me deixou desconfortável com o seu passado sombrio, com a sua incapacidade perante uns tantos judeus, ou israelitas, extremistas... com a sua lógica de aproximação a regimes também eles suspeitos.

Isto não faz de mim um pró-americano, pois que tanto me custava ver o futuro da Palestina dependente de um Arafat, e de lógicas pró-soaristas (ughh), como de um louco (pró-nazi, qual ironoia do destino) Sharon.

Mas esta embriaguês à volta da morte do Arafat e, do outro lado, a descabida e estúpida atitude de alguns judeus a festejar... o mínimo que me dá é uma aversão, quase asco, confesso, do rumo que as coisas tomam.