30.6.04

pobre gente...

que tanto sofreu

com esta imensa ALEGRIA!!!!!!!!!!!

..no lugar ocidental, onde nada de novo costuma acontecer

aconteceu hoje, uma grande vitória, no futebol, que até uniu quem não costuma gostar deste desporto, à volta desta grande e excelente selecção

parabéns!!!

pobre gente, feliz gente!!! e rica, hoje!

Tenho de ir...
Respirar e recuperar.

amanhã é que conta!

Não me refiro ao EURO, embora também me vá incorporar na grande multidão de roedores-de-unhas e arranca-cabelos, ao assistir ao Portugal-Holanda. Mas quem vai mesmo sofrer é o Scolari. Nós vamos torcer. Por ele, por toda a equipa. Por nós.

Mas amanhã... é o dia, dia depois da decisão de Durão Barroso. Definidas assim as coisas, devíamos todos ter apenas uma ideia. Respeitar o processo. Dê por onde der. E, por mim, mas só por mim, pode dar para mal...se formos agora, novamente mudar de rumo, para o que tínhamos até à oportuna fuga de Guterres.
Lembram-se?
Não que se tenha visto melhor, depois, até hoje. Mas daquilo já tivémos que baste. Mas isto sou eu pensar. Só eu.

Há que ter estatura para aceitar o oposto. o Contrário de nós. Democraticamente. E vai custar muito. Mas duvido de boas intenções, de ideias elevadas, atitudes nobres. Já não há disso. E isso é falta de estatura. Política. Social. Cultural. Tanto que nos falta, como povo. Tanto.

Esta crise será resolvida lá para o ano 2222. Nessa altura já somos outros e melhores.
Mas esse ano começa já.

Amanhã!

Boa noite

29.6.04

Novas crises, nada de novo.

Cá estamos. É isto mesmo. A famosa e tradicional atitude portuguesa, traduzida nesta expressão de resignação.

Nada de novo nesta frente a Ocidente da Europa.
Mas dentro dela, apesar de tudo.

Os acontecimdentos.
O EURO. Primeiro tudo mal. Pois, é sempre a mesma coisa, nunca conseguimos nada. Já se sabia. Depois, agora sim, tudo bem. Já somos os melhores. Ninguém nos 'despacha', ninguém nos apanha. De bom senso, nada, ou muito pouco.

Nada de novo, nesta nossa frente.

Durão Barroso. A crise interna que se aproxima. Ou a continuação de uma crise, que apenas se transfigura, agora através de circunstãncias novas, ou nem tanto.

O orgulho nacional que se renova. Mas só um pouco. E por um instante apenas.

O PS iria pedir eleições, em quaisquer circuntâncias, mesmo que não tivesse sondagens favoráveis. Claro. E daí, talvez...
Ou iremos voltar aos tempos de 'tudo-está-bem-vamos-lá-fazer-de-ricos'?

O PSD ainda não sabe como reagir e que dizer. São muitas as vozes. Umas sim, outras não. Talvez uma oportunidade. De renovação. Talvez o início de uma crise. De novo?

Mas que poderá acontecer ao nosso 'rumo', como país?
Existe um sentido nacional, nisto tudo? Ou nem isso interessa?

Nada de novo, por aqui.
Por enquanto. E ainda. Há tanto tempo...